Temendo por 2ª onda, Alemanha anuncia lockdown parcial

© AFP 2022 / Tobias SchwarzEm Berlim, a chanceler alemã Angela Merkel usa máscara na entrada de uma sessão do Bundestag, em 30 de setembro de 2020
Em Berlim, a chanceler alemã Angela Merkel usa máscara na entrada de uma sessão do Bundestag, em 30 de setembro de 2020 - Sputnik Brasil
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Medida inclui bares, restaurantes, cinemas, teatros e outros estabelecimentos, que vão estar fechados pelas próximas quatro semanas.

A Alemanha anunciou nesta quarta-feira (28) um lockdown parcial para conter a segunda onda do novo coronavírus no país.

Bares, restaurantes e outros estabelecimentos ficarão fechados por quatro semanas a partir de segunda-feira (2). As informações foram publicadas pelo portal G1.

As medidas foram aprovadas durante uma reunião de videoconferência entre Angela Merkel e os 16 governadores de estados da Alemanha, que são responsáveis por impor e suspender as restrições.

© REUTERS / Arnd WiegmannEm Konstanz, na Alemanha, policiais caminham ao lado de manifestantes contrários aos protestos que contestam as restrições sociais impostas pelo governo alemão em meio à pandemia da COVID-19, em 4 de outubro de 2020.
Em Konstanz, na Alemanha, policiais caminham ao lado de manifestantes contrários aos protestos que contestam as restrições sociais impostas pelo governo alemão em meio à pandemia da COVID-19, em 4 de outubro de 2020. - Sputnik Brasil
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Em Konstanz, na Alemanha, policiais caminham ao lado de manifestantes contrários aos protestos que contestam as restrições sociais impostas pelo governo alemão em meio à pandemia da COVID-19, em 4 de outubro de 2020.
© REUTERS / Arnd WiegmannEm Konstanz, na Alemanha, manifestantes protestam contra as restrições sociais impostas pelo governo em meio à pandemia da COVID-19, em 4 de outubro de 2020.
Em Konstanz, na Alemanha, manifestantes protestam contra as restrições sociais impostas pelo governo em meio à pandemia da COVID-19, em 4 de outubro de 2020 - Sputnik Brasil
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Em Konstanz, na Alemanha, manifestantes protestam contra as restrições sociais impostas pelo governo em meio à pandemia da COVID-19, em 4 de outubro de 2020.
© REUTERS / Annegret HilseEm Berlim, uma janela aparece quebrada com fuligem em volta na fachada do Instituto Robert Koch - responsável por compilar os dados da pandemia da COVID-19 na Alemanha - que sofreu uma tentativa de incêndio, em 25 de outubro de 2020.
Em Berlim, uma janela aparece quebrada com fuligem em volta na fachada do Instituto Robert Koch - responsável por compilar os dados da pandemia da COVID-19 na Alemanha - que sofreu uma tentativa de incêndio, em 25 de outubro de 2020 - Sputnik Brasil
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Em Berlim, uma janela aparece quebrada com fuligem em volta na fachada do Instituto Robert Koch - responsável por compilar os dados da pandemia da COVID-19 na Alemanha - que sofreu uma tentativa de incêndio, em 25 de outubro de 2020.
© AP Photo / Markus SchreiberEm Berlim, a chanceler alemã, Angela Merkel, chega de máscara a uma reunião de gabinete do governo alemão durante a pandemia da COVID-19, em 21 de outubro de 2020.
Em Berlim, a chanceler alemã, Angela Merkel, chega de máscara a uma reunião de gabinete do governo alemão durante a pandemia da COVID-19, em 21 de outubro de 2020 - Sputnik Brasil
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Em Berlim, a chanceler alemã, Angela Merkel, chega de máscara a uma reunião de gabinete do governo alemão durante a pandemia da COVID-19, em 21 de outubro de 2020.
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Em Konstanz, na Alemanha, policiais caminham ao lado de manifestantes contrários aos protestos que contestam as restrições sociais impostas pelo governo alemão em meio à pandemia da COVID-19, em 4 de outubro de 2020.
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Em Konstanz, na Alemanha, manifestantes protestam contra as restrições sociais impostas pelo governo em meio à pandemia da COVID-19, em 4 de outubro de 2020.
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Em Berlim, uma janela aparece quebrada com fuligem em volta na fachada do Instituto Robert Koch - responsável por compilar os dados da pandemia da COVID-19 na Alemanha - que sofreu uma tentativa de incêndio, em 25 de outubro de 2020.
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Em Berlim, a chanceler alemã, Angela Merkel, chega de máscara a uma reunião de gabinete do governo alemão durante a pandemia da COVID-19, em 21 de outubro de 2020.
Merkel disse que ela e os governadores revisariam a situação depois de duas semanas e possivelmente "adaptariam" algumas medidas.

A chanceler afirmou que as restrições, que ela reconheceu serem duras, não podem ser adiadas.

"Estamos agora em um ponto em que, pela média nacional, não sabemos mais de onde vieram 75% das infecções. Só conseguimos verificar 25%", explicou a chanceler.

A decisão foi tomada depois que autoridades de saúde alemãs registraram quase 15 mil novos casos em 24 horas — o maior número de diagnósticos diários no país desde o início da pandemia. São mais de 449 mil casos de COVID-19 desde o começo da crise sanitária na Alemanha.

Segundo o governo alemão, os hospitais do país ainda têm capacidade de lidar, em número de leitos, com os infectados pela doença. Porém, há o temor de que a ocupação hospitalar se torne um problema nas próximas semanas.

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