Navios franceses vão receber nova arma terrestre contra enxames de drones furtivos

© AFP 2022 / BORIS HORVATCharles de Gaulle (R91) é o navio-almirante da Marinha da França e o maior porta-aviões da Europa Ocidental. Entrou em serviço em 2001 e se tornou o primeiro navio de superfície francês de propulsão nuclear e o primeiro, e até agora o único, de propulsão nuclear concluído fora da Marinha dos Estados Unidos. Recebeu o nome do político francês e general Charles de Gaulle. Desde fevereiro de 2017, foi significativamente modernizado
Charles de Gaulle (R91) é o navio-almirante da Marinha da França e o maior porta-aviões da Europa Ocidental. Entrou em serviço em 2001 e se tornou o primeiro navio de superfície francês de propulsão nuclear e o primeiro, e até agora o único, de propulsão nuclear concluído fora da Marinha dos Estados Unidos. Recebeu o nome do político francês e general Charles de Gaulle. Desde fevereiro de 2017, foi significativamente modernizado - Sputnik Brasil
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As embarcações de superfície da Marinha da França vão ser protegidas de ataques por um novo sistema de armas de curto alcance, afirmou a agência de aquisições da Direção-Geral de Armamento francesa.

Baseado no armamento de 40 mm de médio calibre, desenvolvido pela empresa CTAI, joint venture da Nextel Systems e BAE Systems, o RAPIDFire foi projetado para responder a novas ameaças, em especial ataques furtivos em enxame, que podem saturar as defesas convencionais. O sistema possui o alcance de quatro quilômetros, revela o portal Defense News.

A arma, integrada em uma torre autônoma, possui um sistema optrônico de controle de fogo, que pode ser comandado por um operador. As análises de ameaças são compartilhadas com o sistema de gerenciamento de combate da embarcação, permitindo à artilharia validar e ajustar a estratégia proposta. Existem cinco formatos diferentes de munição que podem ser escolhidos automaticamente.

O sistema superfície-ar e superfície-superfície foi projetado para ser usado em torres de blindados em terra e também em embarcações. Portanto, o RAPIDFire será capaz de ser implantado em veículos terrestres no futuro.

Embora o programa ainda esteja em desenvolvimento, a agência de aquisições da DGA já realizou testes com a arma e a escolheu para equipar as futuras embarcações da Marinha do país. A primeira entrega está prevista para 2022.

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