Kamala Harris diz que nomeação de Barrett para Suprema Corte dos EUA foi 'ilegítima'

© AP Photo / Julio CortezEm Salt Lake City, a candidata democrata à vice-presidência dos EUA, Kamala Harris, participa de debate com seu adversário republicano, o vice-presidente norte-americano, Mike Pence, em 7 de outubro de 2020
Em Salt Lake City, a candidata democrata à vice-presidência dos EUA, Kamala Harris, participa de debate com seu adversário republicano, o vice-presidente norte-americano, Mike Pence, em 7 de outubro de 2020 - Sputnik Brasil
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A candidata democrata ao cargo de vice-presidente dos EUA, Kamala Harris, disse nesta segunda-feira (26) que a confirmação de Amy Coney Barrett como juíza da Suprema Corte foi um "processo ilegítimo".

Barrett foi empossada em uma cerimônia na Casa Branca na noite desta segunda-feira (26), fazendo o primeiro dos dois juramentos necessários para que ela se tornasse oficialmente juíza da Suprema Corte, após ser aprovada pelo Senado dos EUA por 52 votos a 48.

Logo após a cerimônia, a candidata a vice-presidente dos EUA, Kamala Harris, publicou no Twitter que o processo que confirmou a nomeação de Barrett foi "ilegítimo", citando que a aprovação da juíza conservadora servirá para tentar acabar com Lei de Assistência Acessível, programa de saúde mais conhecido como Obamacare, que foi sancionado pelo ex-presidente Barack Obama. 

Hoje, os republicanos negaram a vontade do povo americano ao confirmar um juiz da Suprema Corte por meio de um processo ilegítimo - tudo em seu esforço para destruir a Lei de Assistência Acessível e retirar os cuidados de saúde de milhões com doenças pré-existentes.

Nós não vamos esquecer isso.

A presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, Nancy Pelosi, por sua vez, disse em um comunicado que a confirmação de Barrett foi uma "manipulação" que ameaça os direitos do povo americano, acrescentando que os Estados Unidos agora têm "um tribunal republicano radical".

Com a nomeação de Amy Coney Barrett, que foi indicada ao cargo por Donald Trump, a Suprema Corte dos EUA passará a ter uma maioria de seis juízes conservadores contra três juízes de perfil progressista.

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