Exercício militar no mar da China Oriental deve 'demonstrar a força da aliança Japão-EUA' (FOTOS)

© REUTERS / Tim KellyComandantes militares do Japão e EUA se cumprimentando
Comandantes militares do Japão e EUA se cumprimentando - Sputnik Brasil
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Tóquio e Washington iniciaram exercícios com porta-aviões, destróieres, aviões, soldados, marinheiros e fuzileiros navais na região da Ásia-Pacífico, com o objetivo de contrariar o poder chinês.

Japão e os Estados Unidos conduziram novos exercícios aéreos, marítimos e terrestres ao redor do país asiático, em uma demonstração de força direcionada à China, escreve a agência Reuters.

"A situação de segurança em torno do Japão tem se tornado cada vez mais severa. Isto nos dá a oportunidade de demonstrar a força da aliança Japão-EUA", afirmou o general Koji Yamazaki, comandante de alto escalão do Japão a bordo do porta-aviões JS Kaga, localizado em águas ao sul do Japão.

O exercício, que começou nesta segunda-feira (26), tem o nome de Keen Sword e é o primeiro em larga escala sob o novo premiê japonês, Yoshihide Suga. Treinamento está sendo realizado no mar da China Oriental e deverá terminar em 5 de novembro.

© REUTERS / Tim KellyMilitares dos EUA e Japão a bordo do destróier JS Kaga
Exercício militar no mar da China Oriental deve 'demonstrar a força da aliança Japão-EUA' (FOTOS) - Sputnik Brasil
Militares dos EUA e Japão a bordo do destróier JS Kaga

O evento, que é realizado de dois em dois anos, inclui dezenas de navios de guerra, incluindo o porta-aviões norte-americano USS Ronald Reagan e seus destróieres de escolta, bem como o porta-aviões japonês Kaga, de 248 metros, centenas de aeronaves e 46.000 soldados, marinheiros e fuzileiros navais do Japão e dos Estados Unidos. Será o primeiro treinamento de militares em guerra cibernética e eletrônica.

HOJE: Comando Indo-Pacífico dos EUA e unidades da Força Marítima de Autodefesa do Japão começaram o exercício Keen Sword 21, destinado a melhorar a prontidão e a interoperabilidade do Japão e dos EUA ao mesmo tempo que fortalecem as relações bilaterais e um Indo-Pacífico Livre e Aberto.

Pequim, que também conduz exercícios militares na região, defende que suas atividades são pacíficas.

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