Guarda Costeira dos EUA busca expandir sua presença no Pacífico para conter atividades da China

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A Guarda Costeira dos EUA (USCG) pretende aumentar sua presença na região do Pacífico em meio à "perseguição de embarcações" pela China nas zonas econômicas exclusivas de outros países do Indo-Pacífico, disse na sexta-feira (23) Robert O'Brien, o conselheiro de Segurança Nacional.

A USGC expressou a intenção de avaliar o envio de navios de patrulha para missões de segurança marítima no Pacífico Ocidental.

"Os EUA são uma potência do Pacífico. A pesca ilegal, não declarada e não regulamentada da China e o assédio aos navios que operam nas zonas econômicas exclusivas de outros países do Indo-Pacífico ameaçam nossa soberania, bem como a soberania de nossos vizinhos do Pacífico e põe em perigo a estabilidade regional", disse O'Brien.

"Os esforços do governo dos Estados Unidos, inclusive os da USCG, são cruciais no combate a essas ações desestabilizadoras e malignas", acrescentou.

A nova geração de navios de patrulha da classe Sentinel conduzirá missões de segurança marítima, tais como patrulhamento de zonas de pesca, reforço da prontidão no domínio marítimo, bem como o aumento da aplicação da lei, em colaboração com parceiros regionais que têm capacidades de vigilância e proteção costeiras limitadas a fim de garantir a liberdade de navegação.

Com o objetivo de aumentar a capacidade e a presença dos EUA na região do Indo-Pacífico, no ano fiscal de 2021 a USCG planeja avaliar a viabilidade de basear os navios de patrulha da Guarda Costeira em Samoa Americana.

Ultimamente as relações entre a China e os EUA se deterioraram bastante devido a várias razões, entre elas os territórios reivindicados por Pequim no mar do Sul da China e a pandemia de novo coronavírus.

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