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CoronaVac: Ministério da Saúde do Brasil fecha acordo por 46 milhões de doses da vacina

© Folhapress / Bruno EscolásticoEm São Paulo, uma dose da vacina contra a COVID-19, Coronavac, é exibida em 30 de setembro de 2020
Em São Paulo, uma dose da vacina contra a COVID-19, Coronavac, é exibida em 30 de setembro de 2020 - Sputnik Brasil
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Nesta terça-feira (20), o governo federal brasileiro anunciou a compra de 46 milhões de doses da vacina CoronaVac, desenvolvida em parceria entre o Instituto Butantan e a farmacêutica chinesa Sinovac.

Conforme publicou o portal G1, o investimento até janeiro será de R$ 2,6 bilhões e a vacina será incluída no calendário nacional de vacinação para todo o país. O anúncio foi feito durante reunião do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, com 24 governadores.

A CoronaVac integrará o Programa Nacional de Imunizações (PNI) do SUS, responsável no Brasil pelas campanhas de vacinação. A expectativa é de que a vacinação tenha início no primeiro semestre de 2021.

Anteriormente, o governo federal previa ter 140 milhões de doses de vacinas no primeiro semestre do ano que vem, sendo 100 milhões de doses da vacina da AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, e outras 40 milhões por meio da iniciativa COVAX, da Organização Mundial da Saúde (OMS).

© Folhapress / Photo Press / Bruno EscolásticoEm São Paulo, o governador paulista, João Doria (PSDB), exibe uma dose da vacina chinesa contra a COVID-19, a Coronavac, em 30 de setembro de 2020
CoronaVac: Ministério da Saúde do Brasil fecha acordo por 46 milhões de doses da vacina - Sputnik Brasil
Em São Paulo, o governador paulista, João Doria (PSDB), exibe uma dose da vacina chinesa contra a COVID-19, a Coronavac, em 30 de setembro de 2020

A vacina CoronaVac vem sendo defendida pelo governo de São Paulo, que negociava há semanas o investimento anunciado para as doses. O governo paulista já havia afirmado que caso não houvesse acordo, faria a distribuição por conta própria. Na semana passada, o Ministério da Saúde chegou a divulgar um calendário de vacinação sem a inclusão da vacina chinesa, que está em fase avançada de testes.

Segundo os dados da Universidade Johns Hopkins, o Brasil é o segundo país com mais mortes causadas pela COVID-19, com mais de 154 mil óbitos, atrás apenas dos Estados Unidos, que acumulam 220.649 mortes atribuídas ao novo coronavírus.

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