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Mais de 50% dos pacientes da COVID-19 podem ter sintomas meses depois de recuperação, diz estudo

© AP Photo / Manu FernandezAssistente médica cuida de paciente infectado pelo coronavírus na Espanha
Assistente médica cuida de paciente infectado pelo coronavírus na Espanha - Sputnik Brasil
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Mais da metade dos pacientes com COVID-19 que tiveram alta dos hospitais continuaram a apresentar sintomas, demonstra estudo.

A pesquisa, realizada pela Universidade de Oxford (Reino Unido), estudou o impacto a longo prazo da COVID-19 em 58 pacientes hospitalizados pela infecção do coronavírus, divulga a agência Reuters.

O estudo, publicado pelo portal MedRxiv, concluiu que alguns pacientes apresentavam anomalias em vários órgãos depois de terem se infectado e que a inflamação persistente lhes causava problemas por meses.

"Estes resultados destacam a necessidade de estudar mais os processos fisiológicos associados com a COVID-19 e desenvolver um modelo holístico e integrado de assistência médica para nossos pacientes uma vez que recebem alta dos hospitais", disse Betty Raman, medica do Departamento Radcliffe de Medicina da Universidade de Oxford.

Um relatório inicial do Instituto Nacional de Pesquisa da Saúde do Reino Unido (NIHR, na sigla em inglês), publicado na semana passada, indicou que a persistência da doença após a infecção inicial da COVID-19, chamada às vezes de "COVID-19 prolongada", pode provocar uma série de sintomas físicos e mentais.

© AP Photo / Eraldo PeresAgente de saúde após encaminhar paciente com suspeita de COVID-19 no hospital HRAN de Brasília, 3 de agosto de 2020
Mais de 50% dos pacientes da COVID-19 podem ter sintomas meses depois de recuperação, diz estudo - Sputnik Brasil
Agente de saúde após encaminhar paciente com suspeita de COVID-19 no hospital HRAN de Brasília, 3 de agosto de 2020

Os resultados médicos indicaram anormalidades nos pulmões de 60% dos pacientes e problemas renais em 29% das pessoas analisadas. A prevalência de condições cardíacas foi de 26% e em 10% no fígado.

"As anomalias detectadas [...] têm uma forte correlação com os marcadores de inflamação", disse Raman. "Isto sugere um vínculo potencial entre a inflamação crônica e o dano aos órgãos dos sobreviventes."

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