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Minsk põe Tikhanovskaya na lista de procurados interestatais por tentativa de golpe de Estado

© AP Photo / Sergei GritsSvetlana Tikhanovskaya, durante um encontro com apoiadores
Svetlana Tikhanovskaya, durante um encontro com apoiadores - Sputnik Brasil
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A opositora bielorrussa, que contestou os resultados das eleições presidenciais na Bielorrússia, enfrenta busca interestatal, e pode passar cinco anos presa na Bielorrússia.

A Bielorrússia anunciou busca interestatal por Svetlana Tikhanovskaya devido aos seus apelos para derrubar a ordem constitucional, relata o Ministério do Interior da Rússia à Sputnik após pedido de informações.

No início de outubro, a oposicionista bielorrussa entrou na lista de procurados interestatais na Rússia. Posteriormente, o Ministério do Interior da Rússia detalhou que nenhum caso criminal foi iniciado contra Tikhanovskaya em território russo, e que ela é procurada em conformidade com os acordos de assistência entre Minsk e Moscou.

"Os registros de procurados do Banco de Informações Interestatais contêm informações sobre S. G. Tikhanovskaya, que foi declarada parte da lista de procurados interestatais do Ministério do Interior da República da Bielorrússia por cometer um crime sob a Parte 3 do Artigo 361, 'Apelos para a derrubada ou mudança da ordem constitucional da República da Bielorrússia ou para cometer crimes contra o Estado'", disse o Ministério do Interior da Rússia à Sputnik.

Tikhanovskaya enfrenta até cinco anos de prisão na Bielorrússia, de acordo com a pena máxima do artigo do Código Penal "Apelos públicos para a tomada do Poder do Estado".

Depois das eleições presidenciais de agosto de 2020, ganhas oficialmente pelo presidente do país Aleksandr Lukashenko com 80,1% dos votos, contra 10,12% dos votos para Svetlana Tikhanovskaya, opositores bielorrussos foram às ruas para contestar os resultados, ocasionando confrontos com policiais, detenções, feridos e algumas mortes.

Imediatamente após as eleições, a opositora deixou o país, demandando uma transferência de poder pacífica das autoridades e reconhecimento como vencedora, e também contestou e apelou a outras pessoas a não aceitar os resultados das eleições presidenciais.

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