Veja os principais momentos da entrevista do premiê da Armênia à Sputnik (VÍDEO)

© Sputnik / Aram Nersesyan / Abrir o banco de imagensPrimeiro-ministro armênio Nikol Pashinyan (foto de arquivo)
Primeiro-ministro armênio Nikol Pashinyan (foto de arquivo) - Sputnik Brasil
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Premiê armênio Nikol Pashinyan afirmou à Sputnik que planos da Turquia e do Azerbaijão de tomar Nagorno-Karabakh por meio de guerra-relâmpago falharam.

Em entrevista a Dmitry Kiselev, diretor-geral da agência Rossiya Segodnya, da qual faz parte a Sputnik, o premiê da Armênia, Nikol Pashinyan, comentou o conflito em Nagorno-Karabakh e afirmou:

"Existem provas concretas de que militantes terroristas da Síria participam dos combates [desta guerra] [...] A Turquia contratou e enviou tais militantes terroristas para a zona do conflito de Nagorno-Karabakh [...] Por decisão e sob patrocínio da Turquia foi tomada a decisão de começar a guerra, o ataque contra Nagorno-Karabakh."

Linha vermelha

Ao comentar sobre até onde a Armênia está disposta a ceder para a solução do conflito, Pashinyan disse:

"O direito à autodeterminação de Nagorno-Karabakh é para nós o limite, claro, é para nós a linha vermelha que não podemos cruzar."

Pashinyan também expressou desejo de uma solução para o conflito, tendo como base condições aceitáveis para os lados participantes:

"Eu gostaria que, em resultado deste conflito, o conflito de Nagorno-Karabakh fosse solucionado definitivamente. Na base do compromisso. Para que encontremos uma solução que seja aceitável para todos os lados: Armênia, Nagorno-Karabakh e Azerbaijão. E essa seria a solução final."

Turquia

Enquanto o premiê voltou a acusar a Turquia de envolvimento direto no conflito, Pashinyan acredita que Ancara deseja se aproveitar da situação em Nagorno-Karabakh para executar "uma política expansionista pelo Cáucaso".

"Eu tenho certeza que a Turquia, após os eventos conhecidos do início do século XX, [quer] voltar ao sul do Cáucaso, para continuar sua política genocida dos armênios no sul do Cáucaso."

Leia aqui a entrevista com Nikol Pashinyan na íntegra

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