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Caso Navalny: falta de fósforo nos exames da OPAQ exclui chance de uso do Novichok, diz cocriador

© Sputnik / Kirill Kallinikov / Abrir o banco de imagensPolítico Aleksei Navalny é visto perto do edifício do Tribunal da cidade de Moscou
Político Aleksei Navalny é visto perto do edifício do Tribunal da cidade de Moscou - Sputnik Brasil
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Especialistas da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) não encontraram nos exames do opositor russo Aleksei Navalny fragmento de fósforo, que poderia indicar uso do Novichok, afirmou à Sputnik o cocriador do agente nervoso, Leonid Rink.

O cocriador do Novichok disse que "ouviu de fontes ocidentais" que um vestígio de amida foi encontrado nos exames de Navalny. Mas ele explicou que não existe ainda nenhuma "substância tóxica adequada registrada" que poderia deixar tal vestígio.

"Portanto, eles encontraram um fragmento que pode estar relacionado, por assim dizer, com qualquer detergente, substância de limpeza", afirmou.

De acordo com Rink, se fosse o caso de envenenamento com Novichok, o fragmento de fósforo permaneceria no organismo de Navalny e poderia ter sido detectado antes de vestígio de amida.

"Ele [o fósforo] permaneceria por mais tempo do que fragmento de amida", ponderou.

Agora, é tarde demais para procurar quaisquer vestígios, já que eles foram removidos inteiramente do organismo de Navalny, explicou.

Além disso, Rink afirmou que as substâncias encontradas pela OPAQ nos exames do opositor russo não são agentes de guerra tóxicos, podendo ser encontradas em produtos de limpeza domésticos ou surgir no organismo depois da ingestão de medicamentos ou álcool.

Nesta terça-feira (6) especialistas da OPAQ confirmaram a presença de substâncias tóxicas no sangue de Aleksei Navalny.

Situação em torno de Aleksei Navalny

No dia 20 de agosto, Aleksei Navalny foi hospitalizado na cidade russa de Omsk após se sentir mal durante o voo para a capital, Moscou.

Dois dias depois, Navalny foi levado de avião para o Hospital Universitário Charité em Berlim, Alemanha, em estado grave. Médicos alemães estabeleceram o diagnóstico preliminar de intoxicação com uma substância do grupo de inibidores da colinesterase.

Em 2 de setembro, o porta-voz do governo alemão Steffen Seibert relatou que exames toxicológicos realizados por um laboratório das Forças Armadas da Alemanha mostraram que o oposicionista russo tinha sido envenenado com uma substância do grupo Novichok.

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