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Frota acusa Carlos e Eduardo Bolsonaro de envolvimento em esquema de fake news

© Folhapress / Pedro LadeiraDeputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) na Câmara dos Deputados, em Brasília, 21 de outubro de 2019
Deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) na Câmara dos Deputados, em Brasília, 21 de outubro de 2019 - Sputnik Brasil
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O deputado Alexandre Frota (PSDB-SP) apresentou em depoimento à Polícia Federal dados que comprovariam o envolvimento do também deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) com a disseminação de notícias falsas.

A acusação teria sido feita, segundo reportagem da Folha de S. Paulo, no último dia 29, quando o parlamentar psdebista foi ouvido pela PF no inquérito que investiga a realização de atos antidemocráticos.

De acordo com a Folha, Frota teria apresentado diversos números de IPs de computadores identificados pela CPMI das Fake News como fontes de propagação de notícias falsas, criadas com o objetivo de atacar desafetos dos filhos do presidente Jair Bolsonaro e opositores da família. Os IPs estariam ligados ao e-mail bolsonaro.enb@gmail.com, declarado por Eduardo quando de sua candidatura ao Congresso nas últimas eleições. Os computadores, segundo reportagem da TV Globo, estariam relacionados a endereços do deputado ou de seus assessores. 

​Além de Eduardo, outro membro da família Bolsonaro, o vereador Carlos, também foi apontado como membro do chamado "gabinete do ódio", esquema que produzia informações falsas e conteúdos pedindo o fechamento do parlamento e do Supremo Tribunal Federal, intervenção militar e outros atos inconstitucionais.

"Indagado se tem conhecimento de que tal estrutura ou as ações decorrentes foram, de qualquer forma, dirigidas a tentar impedir, com emprego de violência ou grave ameaça, o livre exercício de qualquer dos poderes da União ou dos estados, respondeu que sim, conforme conteúdos preservados na investigação da CPMI, como exemplo o sequestro simulado do ministro Gilmar Mendes [do STF] com utilização de boneco", diz um trecho do relatório da PF sobre o depoimento reproduzido pelo G1.

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