Lukashenko nega que Bielorrússia tenha enviado suprimentos militares ao Azerbaijão

© REUTERS / Andrei StasevichAleksandr Lukashenko durante cerimônia de posse como presidente da Bielorrússia, Minsk, 23 de setembro de 2020
Aleksandr Lukashenko durante cerimônia de posse como presidente da Bielorrússia, Minsk, 23 de setembro de 2020  - Sputnik Brasil
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Neste domingo (4), o presidente da Bielorrússia, Aleksandr Lukashenko, negou que seu país esteja enviando suprimentos militares ao Azerbaijão.

A afirmação de Lukashenko foi dada diretamente ao presidente da Armênia, Armen Sarkisyan, em um telefonema entre os chefes de Estado.

"O presidente da Armênia levantou a questão relatada por alguns meios de comunicação sobre as supostas entregas recentes de suprimentos militares da Bielorrússia para o Azerbaijão. Na conversa, foi dada uma resposta clara a esta informação falsa - nos últimos seis meses, nenhum suprimento militar foi enviado ao Azerbaijão ou à Armênia por meio dos militares", publicou a agência de notícias estatal bielorrussa Belta, citando o palácio presidencial.

A agência também informou que Lukashenko manteve contato telefônico em 1º de outubro com o primeiro-ministro armênio, Nikol Pashinyan, e com o presidente do Azerbaijão, Ilham Aliev. Segundo a publicação, as lideranças discutiram temas como comércio e cooperação econômica, porém, o foco foi o conflito na região de Nagorno-Karabakh.

© REUTERS / Gor KroyanIncêndio em Stepanakert, capital da não reconhecida república de Nagorno-Karabakh
Lukashenko nega que Bielorrússia tenha enviado suprimentos militares ao Azerbaijão - Sputnik Brasil
Incêndio em Stepanakert, capital da não reconhecida república de Nagorno-Karabakh

Armênia e Azerbaijão vivem atualmente um conflito na região de Nagorno-Karabakh, uma república autônoma não reconhecida de maioria armênia. O conflito eclodiu no final de setembro e desde então já deixou centenas de mortos e feridos, além da destruição de infraestrutura e de veículos militares.

O conflito tem chamado a atenção da comunidade internacional e países como Rússia, França e os Estados Unidos apelaram às lideranças dos dois países para que encerrem as hostilidades na região.

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