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Desmonte? Ricardo Salles quer fusão entre Ibama e ICMBio

© Folhapress / Fábio Vieira / FotoRuaPresidente Jair Bolsonaro ao lado do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, durante evento em SP
Presidente Jair Bolsonaro ao lado do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, durante evento em SP - Sputnik Brasil
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Através de uma portaria publicada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (2), o ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles criou um grupo de trabalho para analisar uma possível fusão entre o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Segundo o ministro, o objetivo da medida é "realizar os estudos e análises de potenciais sinergias e ganhos de eficiência administrativa em caso de eventual fusão" entre as duas instituições. A ideia não consiste em uma novidade para o governo, e já havia sido considerada por Jair Bolsonaro ao longo da campanha presidencial de 2018.

Ao longo de sua campanha para Presidência da República, Bolsonaro afirmou que "o governo é especialista em perseguir quem trabalha"; e que "caiu mancha de óleo no quintal do fazendeiro, é multa milionária".

Na época, o então candidato também cogitou a transferência de estruturas que estão hoje no Meio Ambiente para outros ministérios, como a Agência Nacional de Águas. Diante da pressão dos ambientalistas, ele precisou recuar.

IBAMA e ICMBio

Fundado em 2007, o ICMBio é o órgão federal responsável pelas unidades de conservação federal. A autarquia do ministério cuida de 334 unidades protegidas em todo o País. Já o Ibama é responsável pela fiscalização ambiental em todo o Brasil e processos de licenciamento federais, entre outras funções.

​Ricardo Salles

Desde que assumiu a pasta, o ministro é criticado por criar regras que dificultaram a aplicação de multas, por transferir poderes do ministério do Meio Ambiente para outras pastas e tentar mudar o entendimento sobre normas como a Lei da Mata Atlântica. Salles também é alvo de objeções sobre as medidas adotadas pelo governo para contenção e prevenção das queimadas pelo país.

Apesar dos pedidos de afastamento do Ministério do Meio Ambiente pelo Ministério Público Federal (MPF) e por diversos partidos de oposição ao governo de Jair Bolsonaro, Ricardo Salles segue à frente de uma das pastas de mais importantes do Brasil.

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