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COVID-19: Pfizer propõe novos desafios ampliando voluntários de vacina no Brasil, avalia sanitarista

© Folhapress / Allan CarvalhoUma seringa em alusão à vacina para o de combate ao Coronavírus (COVID-19), com uma representação do vírus ao fundo, fotografada nesta quarta-feira (15) na cidade do Rio de Janeiro.
Uma seringa em alusão à vacina para o de combate ao Coronavírus (COVID-19), com uma representação do vírus ao fundo, fotografada nesta quarta-feira (15) na cidade do Rio de Janeiro.  - Sputnik Brasil
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As farmacêuticas Pfizer e BioNtech anunciaram que o estudo da fase três da possível vacina contra COVID-19 vai recrutar mais 1.100 voluntários no Brasil, além dos 2.000 já anunciados, totalizando 3.100 pessoas.

Segundo informações publicadas pela revista VEJA, outras alterações no protocolo foram feitas, como o recrutamento de pacientes com HIV e hepatite e eliminação da idade máxima limite de 89 anos.

Esse é o primeiro estudo no Brasil que autoriza a inclusão de pessoas com essas condições de saúde.

De acordo com o médico sanitarista Gonzalo Vecina Neto, professor da Escola de Saúde Pública da USP (Universidade de São Paulo), a medida representa uma ampliação de desafios.

"Conforme você vai avançando na fase três e vai tendo bons resultados você pode se propor a novos desafios e é provável que esses novos desafios são justamente os que levaram a Pfizer a ampliar o número de testados", disse à Sputnik Brasil.

Vecina ainda destaca que ampliação no perfil dos voluntários é um indicativo de que os testes vêm dando resultados positivos.

"Se tivesse tido algum problema, ou se tivesse dando resultados sofríveis, eles não estariam ampliando", avaliou.

O médico sanitarista explicou que a inclusão de pacientes com HIV e hepatite é importante para ver como essas pessoas reagem às vacinas.

"Se nesta fase nós tivermos um bom resultado de produção de anticorpos por esse tipo de pacientes, essas pessoas, apesar de terem uma comorbidade importante, poderão se proteger contra a COVID-19", afirmou.

Segundo Gonzalo Vecina Neto, esse tipo de ampliação é algo que faz parte do protocolo de testes de vacinas.

"É um caminhar nesses testes de fase três dessas vacinas absolutamente dentro da normalidade, reconhecido pela ciência e com todos os cuidados que devem ser tomados", completou.

Até está terça-feira (26), segundo dados divulgados pela plataforma do Ministério da Saúde, o Brasil contabiliza 142.921 mortes causadas pela COVID-19 e 4.777.522 casos confirmados da doença.

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