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Vacina russa Sputnik V desperta interesse em outro país da América Latina

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Nesta sexta-feira (18), a Argentina mostrou interesse na possibilidade de importar a vacina russa Sputnik V contra o novo coronavírus.

No dia anterior, o chefe do Serviço Federal de Controle Veterinário e Fitossanitário da Rússia (Rosselkhoznadzor, em russo), Sergei Dankvert, e o secretário de Relações Econômicas Internacionais de Argentina, Jorge Neme, realizaram uma reunião virtual que abordou uma ampla gama de temas bilaterais.

"No contexto da difícil situação epidemiológica, a Argentina expressou o interesse em importar medicamentos avançados da Rússia, assim como em considerar possíveis fornecimentos da vacina contra a COVID-19 Sputnik V", diz a nota publicada no final das negociações.

Os altos funcionários examinaram também as perspectivas da cooperação nos âmbitos do transporte ferroviário, da eletricidade, do uso pacífico da energia nuclear, do espaço, assim como do setor bancário e serviços aduaneiros, agrega o texto.

A Rússia registrou oficialmente sua vacina em 11 de agosto. O fármaco conta com uma autorização especial: a vacina pode ser administrada somente a pessoas de grupos de risco e sob um controle restrito.

A Sputnik V (nome comercial da vacina) gera até dois anos de imunidade, segundo seus desenvolvedores. A vacina conta com dois componentes: o primeiro se baseia no adenovírus humano tipo 26 e o segundo no adenovírus humano recombinante do tipo 5. O medicamento se administra duas vezes, em um intervalo de 21 dias.

A vacina passou em duas fases de testes e a terceira e definitiva está sendo realizada agora.

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