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Netanyahu diz ter feito reuniões secretas com líderes árabes que buscam normalizar laços com Israel

© AP Photo / Gali TibbonEm Jerusalém, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, usa máscara contra a COVID-19 durante sua reunião semanal de gabinete, em 5 de julho de 2020.
Em Jerusalém, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, usa máscara contra a COVID-19 durante sua reunião semanal de gabinete, em 5 de julho de 2020. - Sputnik Brasil
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O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse neste domingo (30) que realizou reuniões, algumas delas mantidas em sigilo, com líderes árabes e muçulmanos interessados ​​em normalizar as relações com Israel.

A declaração foi feita em uma coletiva de imprensa conjunta após sua reunião com o conselheiro de segurança nacional dos Estados Unidos, Robert O’Brien, e o conselheiro presidencial sênior Jared Kushner, em Jerusalém, antes da visita das delegações oficiais dos EUA e de Israel aos Emirados Árabes Unidos.

"Há dois anos, visitei Omã, um ano atrás, visitei o Chade, meio ano atrás me encontrei com o líder do Sudão. E essas são algumas das etapas divulgadas. Existem muitos outros encontros não divulgados com líderes árabes e muçulmanos que reconheceram que seus verdadeiros interesses são normalizar as relações com o Estado de Israel", disse Netanyahu.

No início de agosto, Israel e Emirados Árabes Unidos fecharam um acordo mediado pelos Estados Unidos para estabelecer relações diplomáticas plenas e trocar embaixadas. Em contrapartida, Israel aceitou pausar projetos de anexar territórios da Palestina. A Autoridade Palestina considerou o acordo um ato de traição. 

O presidente dos Emirados Árabes Unidos, Khalifa bin Zayed Al Nahyan, emitiu um decreto no sábado (29) para encerrar o boicote econômico a Israel. Agora, empresas e empreendedores do país estão autorizados a concluir acordos comerciais e financeiros com empresas israelenses. As companhias de Israel também foram autorizadas a importar produtos dos Emirados Árabes Unidos.

Netanyahu elogiou a decisão, acrescentando que a medida abre caminho para a cooperação econômica entre as duas nações.

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