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Renda Brasil terá valor médio de R$ 247 e deve fechar o Farmácia Popular, diz mídia

© Folhapress / Pedro LadeiraPresidente Jair Bolsonaro ao lado do ministro Paulo Guedes (Economia) durante cerimônia de lançamento do programa de taxa fixa no crédito imobiliário da Caixa, no Palácio do Planalto
Presidente Jair Bolsonaro ao lado do ministro Paulo Guedes (Economia)  durante cerimônia de lançamento do programa de taxa fixa no crédito imobiliário da Caixa, no Palácio do Planalto - Sputnik Brasil
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Nesta segunda-feira (24), o Ministério da Economia do governo do presidente Jair Bolsonaro teria definido o valor médio de pagamentos de seu novo programa social, o Renda Brasil. O projeto deve ser financiado a partir do fechamento de outros programas sociais, segundo a mídia.

Segundo publicou o jornal Estado de São Paulo, o ministro da Economia, Paulo Guedes, apontou em reuniões com técnicos que pretende estabelecer o valor médio do programa Renda Brasil – o substituto de Bolsonaro para o Bolsa Família - em R$ 247,00.

O programa deve vir acompanhando da implementação de medidas correlatas, a depender da recepção do Renda Brasil. Em primeiro lugar, a transferência de renda e o aumento do número de beneficiários do Bolsa Família, o que deve ser seguido pela chamada Carteira Verde Amarela, que trará o "imposto negativo" para complementar a renda do trabalhador e atingir o piso de R$ 1.045,00, e a redução de impostos sobre salários pagos por empresários.

© REUTERS / Adriano MachadoPresidente Jair Bolsonaro observa o ministro da Economia Paulo Guedes, durante lançamento de programa de acesso ao crédito, em Brasília, 19 de agosto de 2020
Renda Brasil terá valor médio de R$ 247 e deve fechar o Farmácia Popular, diz mídia - Sputnik Brasil
Presidente Jair Bolsonaro observa o ministro da Economia Paulo Guedes, durante lançamento de programa de acesso ao crédito, em Brasília, 19 de agosto de 2020

Para financiar o programa Renda Brasil, Paulo Guedes pretende cortar outros programas considerados "ineficientes" pelo governo Bolsonaro. São eles o abono salarial, o salário-família, o seguro-defeso e o programa Farmácia Popular, que distribui medicamentos de forma gratuita. Além disso são esperadas sugestões de cortes, tais como auxílios de servidores e de verbas indenizatórias de altos salários do serviço público.

O imposto negativo que viria ao lado da Carteira Verde Amarela seria financiado a partir de um fundo com ativos da união, incluindo parte do dividendo de empresas estatais, como Petrobrás e Banco do Brasil. Já a chamada desoneração da folha de pagamento, que reduz impostos para empresários, seria financiada com a criação de um imposto nos moldes da antiga CPMF – o que ainda não tem apoio do presidente Bolsonaro.

Ainda segundo publicou o jornal, o governo tem pressa para apresentar o projeto antes que o Congresso surja com uma proposta própria de renda básica e passe à frente do governo na questão.

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