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Vendas aumentam em junho, no pior semestre do comércio brasileiro desde 2016

© Folhapress / Fernando Souza / AgifMovimentação nas ruas e comércio nos arredores do Mercado Popular do Saara, no centro do Rio de Janeiro, durante a pandemia da COVID-19, em 10 de julho de 2020.
Movimentação nas ruas e comércio nos arredores do Mercado Popular do Saara, no centro do Rio de Janeiro, durante a pandemia da COVID-19, em 10 de julho de 2020. - Sputnik Brasil
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O volume de vendas do varejo cresceu 8% em junho, após a alta recorde de 14,4% em maio, apesar do primeiro semestre ter fechado com -3,1%, em comparação com o mesmo período de 2019.

As medidas de isolamento social para contenção da pandemia de COVID-19 foram o principal motivo do baixo desempenho econômico e do resultado semestral, divulgado nesta quarta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo a entidade, o resultado publicado é o menor no Brasil desde o segundo semestre de 2016 (- 5,6%).

"Os resultados positivos eram esperados porque viemos de uma base de comparação muito baixa, que foi o mês de abril (-17%). Esse crescimento, então, foi praticamente generalizado, distribuído em quase todas as atividades. Desde o começo da pandemia, a gente bate muitos recordes, tanto negativos quanto positivos, então os números estão muito voláteis", disse o gerente da pesquisa, Cristiano Santos, citado pela Agência IBGE de Notícias.

Pelo segundo mês consecutivo, os resultados apontaram menor impacto do isolamento social no comércio. De todas as empresas consultadas pela pesquisa, 12,9% relataram impacto em suas receitas em junho por conta das medidas de isolamento social. Em maio, esse número era 18,1%.

O comércio varejista cresceu 0,5% em junho frente ao mesmo mês do ano anterior, contra recuo de 6,4% em maio de 2020, primeira taxa no campo positivo após três meses de quedas seguidas. Já o indicador acumulado nos últimos doze meses indica estabilidade no ritmo das vendas (0,0% em maio e 0,1% em junho).

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