Bielorrússia: governo confirma 1º manifestante morto e explosões são ouvidas na região dos protestos

© Sputnik / Ilia Pitalev / Abrir o banco de imagensEm Minks, manifestantes caminham durante protesto contra a reeleição do presidente do país Aleksandr Lukashenko, na Bielorrússia, em 9 de agosto de 2020.
Em Minks, manifestantes caminham durante protesto contra a reeleição do presidente do país Aleksandr Lukashenko, na Bielorrússia, em 9 de agosto de 2020. - Sputnik Brasil
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O Ministério do Interior da Bielorrússia confirmou a morte de um manifestante em meio aos protestos de oposição contra os resultados das eleições presidenciais. Explosões também foram ouvidas em Minsk perto da área onde ocorrem os protestos.

Em meio aos protestos de massa na Bielorrússia, o Ministério do Interior do país confirmou nesta segunda-feira (10) a primeira morte de um manifestante. Segundo o Ministério, o manifestante tentou jogar um explosivo contra forças de segurança, que acabou detonando em suas mãos, resultando na morte.

Este é o segundo dia de protestos no país contra a reeleição do presidente Aleksandr Lukashenko. Os resultados foram divulgados ainda no domingo (9) pelo comitê eleitoral do país, apontando que Lukashenko teve 80,23% dos votos. A principal opositora do atual presidente, Svetlana Tikhanovskaya, teve 9,9%.

© Sputnik / Ilia Pitalev / Abrir o banco de imagensEm Minsk, manifestantes se reúnem após o fechamento das urnas depois das eleições presidenciais na Bielorrússia, em 9 de agosto de 2020.
Bielorrússia: governo confirma 1º manifestante morto e explosões são ouvidas na região dos protestos - Sputnik Brasil
Em Minsk, manifestantes se reúnem após o fechamento das urnas depois das eleições presidenciais na Bielorrússia, em 9 de agosto de 2020.

Os protestos se transformaram em confrontos com as forças de segurança no país e, de acordo com o Ministério do Interior do país, pelo menos 3 mil pessoas já foram detidas, sendo que 50 manifestantes e 39 policiais ficaram feridos. Houve também relatos de agressões contra jornalistas.

Mais cedo nesta segunda-feira (10), a oposição liderada por Tikhanovskaya demandou uma transição pacífica de poder do atual presidente Aleksandr Lukashenko.

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