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Pentágono desenvolve moderna IA para operações de combate

© AP Photo / Charles DharapakVista do prédio do Pentágono, em Washington D.C, capital dos EUA
Vista do prédio do Pentágono, em Washington D.C, capital dos EUA - Sputnik Brasil
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O centro de inteligência artificial do Pentágono está alterando seu foco para permitir operações de combate conjuntas.

O Pentágono desenvolverá ferramentas de inteligência artificial que serão integradas aos esforços do Comando e Controle Conjunto de Todos os Domínios (JADC2, na sigla em inglês) do Departamento de Defesa dos EUA, informa o portal militar C4ISRNET.

"Conforme amadurecemos, estamos dedicando especial atenção para nossas operações conjuntas de combate e sua iniciativa da missão, que é focada nas prioridades da Estratégia de Defesa Nacional e seu objetivo de preservar as vantagens militares e tecnológicas americanas em relação aos nossos competidores estratégicos", afirmou Nand Mulchandani, diretor em exercício do Centro Conjunto de Inteligência Artificial (JAIC, na sigla em inglês), a repórteres nesta quarta-feira (8).

Este anúncio representa uma grande mudança para o JAIC em relação a sua posição um ano atrás, quando a organização ainda tinha como objetivo usar a inteligência artificial para esforços como os de manutenção preditiva. Aparentemente, esta transformação se justifica pelo foco do Departamento de Defesa dos EUA em desenvolver o JADC2, uma plataforma de abordagens de sistema que irão conectar sensores com sistemas de tiro em tempo real.

© Foto / Pixabay / geraltInteligência artificial (imagem ilustrativa)
Pentágono desenvolve moderna IA para operações de combate - Sputnik Brasil
Inteligência artificial (imagem ilustrativa)

De acordo com Mulchandani, os gastos no ano fiscal de 2020 na iniciativa de operações conjuntas de combate são maiores que os com o JAIC em todas as outras iniciativas de missão combinadas. Em maio, o centro concedeu um contrato de US$ 800 milhões (R$ 4,27 bilhões) à Booz Allen Hamilton por cinco anos para apoiar o desenvolvimento destas operações.

"Temos um projeto em andamento em operações de combate conjuntas que, de fato, será testado", afirmou. "Eu descreveria que é uma inteligência artificial de grande vantagem tática. Este trabalho será testado. Na verdade, é um trabalho promissor – estamos muito animados sobre ele."

Ainda que não tenha sido nomeado, o diretor em exercício garantiu aos repórteres que o projeto envolveria operadores humanos e controle humano completo.

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