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Por qual região os EUA atacariam a Rússia primeiro?

© AP Photo / Justin ConnaherSoldados dos EUA fazem treinamento com sapatos especiais para uso na neve, em treinamento chamado "Luz do Ártico", em 2012 (foto de arquivo)
Soldados dos EUA fazem treinamento com sapatos especiais para uso na neve, em treinamento chamado Luz do Ártico, em 2012 (foto de arquivo) - Sputnik Brasil
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Especialista militar russo acredita que os EUA desenvolvem um plano de ataque contra a Rússia pelo Polo Norte devido à distância entre ambos os países no Ártico.

Enquanto a Rússia aumenta sua presença militar no Ártico implantando meios de defesa antiaérea e unidades terrestres para a segurança de sua soberania na região, o especialista militar Vladislav Shurygin acredita que é exatamente nessa direção que Washington poderia lançar um ataque contra a Rússia.

"Os EUA desenvolvem há mais de 70 anos o lançamento de ataques por via aérea através do Polo Norte", disse o especialista ao jornal Izvestia.

A razão disto seria o trajeto menor a partir do território dos EUA até centros estratégicos, políticos e econômicos da região central da Rússia, Urais e a Sibéria através do Ártico.

Ainda segundo o especialista, a extinta União Soviética distribuiu grandes forças de sua defesa antiaérea pela região, tendo em vista que atingir os Urais a partir da Europa seria uma tarefa praticamente impossível para os americanos.

Após a URSS ter instalado meios de defesa antiaérea no Ártico, os EUA passaram a contar com mísseis de cruzeiro capazes de serem lançados por bombardeiros estratégicos para atingir as zonas cobertas pela defesa antiaérea da Rússia.

De acordo com Shurygin, "este elemento está sendo desenvolvido ainda hoje" pelos americanos.

Infraestrutura modernizada

Ainda em maio, o especialista militar russo Viktor Baranets comentou ao serviço russo da rádio Sputnik os esforços de Moscou em modernizar seu aparato no Ártico.

"Nós começamos uma exploração integrada do Extremo Norte: recuperamos aeródromos, postos de controle avançados e até enviamos equipamentos bélicos adaptados às condições climáticas na região", afirmou Baranets.

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