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Novas sanções dos EUA à Síria enquadram presidente do país Bashar Assad, diz Pompeo

© REUTERS / Nicholas KammSecretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, durante conferência de imprensa, no Departamento de Estado em Washington, EUA, 20 de maio de 2020
Secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, durante conferência de imprensa, no Departamento de Estado em Washington, EUA, 20 de maio de 2020 - Sputnik Brasil
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O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, anunciou que as 39 sanções recém-introduzidas têm como alvo o presidente da Síria, Bashar Assad, a primeira-dama, Asma Assad, e outras pessoas.

"Hoje [17], o Departamento do Tesouro e o Departamento de Estado estão introduzindo 39 sanções em conformidade com o Ato de César e a Ordem Executiva 13894, como o início do que será uma campanha sustentada de pressão econômica e política para não conceder rendimento e apoio ao regime de Assad que é usado para travar guerra e cometer atrocidades em massa contra o povo sírio", declarou Mike Pompeo.

O Ato de César, que foi assinado pelo presidente dos EUA em dezembro de 2019, corresponde a sanções que entram em vigor a partir desta quarta-feira (17), impondo novas restrições a quase todas as atividades econômicas e comerciais sírias e a todos aqueles que fizerem negócios com Damasco.

"Nós estamos designando como arquitetos deste sofrimento [o presidente sírio] Bashar Assad e sua esposa Asma Assad", acrescentou o secretário de Estado dos EUA.

Além disso, o diplomata afirmou que nas próximas semanas e meses os EUA continuarão anunciando novas sanções à Síria tendo como alvos mais indivíduos e empresas que apoiam o presidente sírio.

"Nós vamos continuar esta campanha nas próximas semanas e meses para atingir indivíduos e empresas que apoiem o regime de Assad e obstruam uma resolução pacífica e política do conflito em conformidade com a [Resolução do Conselho das Nações Unidas] (UNSCR) 2254", referiu Pompeo. "Prevemos muito mais sanções", sublinhou.

No início de maio, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou reestabelecimento das sanções americanas contra a Síria devido ao conflito em andamento no país do Oriente Médio.

Naquele mês, Donald Trump solicitou que o governo sírio acabasse com a guerra no país, condenando Rússia e Irã por aquilo que ele descreveu como apoio ao presidente Bashar Assad.

A Rússia e o Irã atuam como garantidores do cessar-fogo na dilacerada pela guerra síria. Moscou conduz regularmente operações humanitárias em todo o território do país e ajuda Damasco no estabelecimento da passagem segura para o retorno de refugiados à Síria.

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