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Putin: quando países criarem armas hipersônicas, Rússia já terá meio de combatê-las

© Sputnik / Aleksei Nikolsky / Abrir o banco de imagensPresidente da Rússia, Vladimir Putin
Presidente da Rússia, Vladimir Putin - Sputnik Brasil
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A Rússia lidera quanto ao desenvolvimento de novos tipos de armamentos, incluindo armas hipersônicas, disse neste domingo (14) o presidente russo, Vladimir Putin.

"Não estamos apenas modernizando o potencial tradicional existente, estamos introduzindo novos sistemas. Nesse sentido, podemos dizer com confiança que, quanto a esse indicador, somos hoje o número um no mundo", disse Putin em entrevista ao programa Vesti Nedeli no canal de televisão russo Rossiya 1.

O presidente russo observou que outras grandes potências militares também acabarão por ter o mesmo tipo de armas que a Rússia tem hoje.

"Eu sempre digo e posso repetir agora que as principais potências militares do mundo certamente terão as mesmas armas que a Rússia tem hoje, ou seja, armas hipersônicas. Mas, por enquanto, desde 2018 ninguém tem uma arma assim", acrescentou Putin.

Moscou irá com alta probabilidade dispor de meios para combater as armas hipersônicas quando outros países as criarem, afirmou o líder russo.

"Elas [as armas hipersônicas] aparecerão. Mas acho que poderemos surpreender agradavelmente nossos parceiros pelo fato de que, quando eles tiverem essa arma, com alto grau de probabilidade, teremos um meio de a combater", disse Putin em uma entrevista.

Já na esfera do desenvolvimento do sistema de defesa nuclear, a Rússia mantém uma paridade aproximada com os EUA, mas a Rússia lidera em desenvolvimentos inovadores, segundo o presidente russo.

© Sputnik / Ministério da Defesa da RússiaTeste com o míssil hipersônico russo Avangard
Putin: quando países criarem armas hipersônicas, Rússia já terá meio de combatê-las - Sputnik Brasil
Teste com o míssil hipersônico russo Avangard

"Realmente fizemos muito. Na área de desenvolvimento do complexo de defesa nuclear mantemos uma paridade aproximada com os Estados Unidos em termos de transportadores e de número de ogivas, mas em nossos desenvolvimentos inovadores ainda somos incondicionalmente os líderes."

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