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Fiel às regras da OMS, Netanyahu oferece ajuda a Bolsonaro contra o coronavírus

© AP Photo / Menahem KahanaO presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, durante uma visita a uma sinagoga em Israel.
O presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, durante uma visita a uma sinagoga em Israel.  - Sputnik Brasil
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O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, manteve conversações com o presidente Jair Bolsonaro para oferecer uma ajuda no combate à pandemia do novo coronavírus, informou o seu gabinete em comunicado à imprensa nesta quinta-feira (28).

O documentou afirmou que os diálogos trataram especificamente no que diz respeito ao compartilhamento da experiência de Israel e ao desenvolvimento de cooperação na produção de equipamentos médicos relevantes.

"A primeiro-ministro ofereceu cooperação às indústrias brasileiras na fabricação do equipamento médico necessário para lidar com a pandemia e para manter um diálogo profissional entre as equipes de especialistas dos países, a fim de transmitir a experiência acumulada de Israel no tratamento do vírus", acrescentou o serviço de imprensa de Netanyahu no Twitter.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu falou com o presidente brasileiro Jair Bolsonaro. O premiê expressou solidariedade do povo israelense com o povo brasileiro sobre a propagação da pandemia do coronavírus no Brasil.

Segundo o comunicado, o premiê israelense também expressou solidariedade com o povo brasileiro em nome dos israelenses pelo surto de coronavírus em seu país. Bolsonaro, por sua vez, foi citado como parabenizando Netanyahu por formar um novo governo e dizendo que "espera continuar fortalecendo as relações bilaterais juntos".

© REUTERS / Ronen ZvulunFuncionário desinfecta superfícies em um balcão de aeroporto
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Funcionário desinfecta superfícies em um balcão de aeroporto

O número de casos do novo coronavírus disparou no Brasil na semana passada e atingiu 411.821 casos, tornando-o o segundo país mais afetado depois dos Estados Unidos. Na quinta-feira (28), o número de mortos pela COVID-19 no Brasil aumentou para 25.598 pessoas.

Bolsonaro classificou repetidamente a ameaça da pandemia do novo coronavírus como um exagero disseminado superficialmente pela mídia de massa. Até recentemente, ele se sentia livre para violar o distanciamento social e se comunicar ativamente com as pessoas em público em atos antidemocráticos.

Até agora, Israel registrou cerca de 17 mil casos confirmados de coronavírus, incluindo 281 fatalidades. As autoridades de saúde israelenses acreditam que o país já passou do pico, após uma forte restrição da circulação da população, e o governo já começou a suspender as restrições domésticas, inclusive em serviços de alimentação e piscinas.

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