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FHC critica Bolsonaro no combate à COVID-19: 'Bastante patético o que nós estamos vivendo'

© Foto / Wilson Dias/Agência BrasilO ex-presidente Fernando Henrique Cardoso durante a palestra "Brasil, Qual Será o Seu Futuro?" (foto de arquivo)
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso durante a palestra Brasil, Qual Será o Seu Futuro? (foto de arquivo) - Sputnik Brasil
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O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso comentou a atuação de Jair Bolsonaro diante da pandemia do coronavírus e afirmou que o "presidente está atônito" no combate à crise.

Em entrevista concedida à BBC Brasil, Fernando Henrique Cardoso (FHC) afirmou que Bolsonaro se distrai de prioridades e "perde o rumo" em brigas políticas em meio à pandemia da COVID-19.

"O desentendimento político já vinha de antes, mas agora fica sem sentido: briga sem parar, o presidente dá cambalhota e ele mesmo escorrega. É bastante patético o que nós estamos vivendo", disse FHC.

"Eu estive lá [na Presidência] eu sei que é difícil. Eu não gosto de falar levianamente sobre essas questões porque sei que são difíceis. Mas quando o presidente perde o rumo, o país todo fica atônito", acrescentou.

De acordo com ele, é preocupante a postura do presidente Jair Bolsonaro de contrariar as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

"Ninguém vai sair da confusão dessa pandemia atual isoladamente. Eu vejo com preocupação atacar a Organização Mundial de Saúde. Eu sei que tem defeitos, mas e sem ela? É pior. Por sorte a África não foi muito atingida por essa pandemia. Ainda, tomara que nunca. Porque a pobreza é grande lá. Então vai precisar do quê? De apoio! Os países vão sair muito arrebentados da crise", afirmou.

Fernando Henrique Cardoso disse ainda que o Brasil precisará de apoio de organizações internacionais e de outros países para sair da crise provocada pela pandemia.

"As gerações futuras vão pagar isso, todos vão precisar entender isso. Nós vamos precisar também, nós aqui do Brasil, de apoio. Não já, mas daqui a pouco. Apoio do Fundo Monetário Internacional, apoio do Banco Mundial, apoio dos governos mais poderosos da Europa e dos Estados Unidos, da China", completou.

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