Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta segunda-feira, 4 de maio

© AFP 2022 / Presidência do Irã Presidente do Irã, Hassan Rouhani, durante reunião do gabinete em Teerã, 3 de maio de 2020
Presidente do Irã, Hassan Rouhani, durante reunião do gabinete em Teerã, 3 de maio de 2020 - Sputnik Brasil
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Bom dia! A Sputnik Brasil acompanha as notícias mais relevantes desta segunda-feira (4), na qual Bolsonaro deve nomear o novo diretor-geral da PF, Maduro retoma exercícios militares na Venezuela e o Talibã assume a autoria do recente ataque contra forças de segurança no Afeganistão.

Número de infectados no Brasil ultrapassa 100 mil

De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil ultrapassou a marca de 100 mil casos de COVID-19 e 7.000 vítimas fatais. A taxa de letalidade da doença no país é de 6,9%. Diversos estados brasileiros estudam estender as medidas de isolamento social. Em São Paulo, as avenidas serão bloqueadas para aumentar a taxa de isolamento da capital paulista, que está pouco acima dos 50%. No Maranhão, mais cidades devem aderir ao regime de "lockdown" imposto em São Luís, que interromperá todas as atividades nesta terça-feira (5).

© AP Photo / Ricardo Oliveira Enfermeira da tribo Witoto deixa a casa de paciente após consulta, nos subúrbios de Manaus (AM), 3 de maio de 2020
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Enfermeira da tribo Witoto deixa a casa de paciente após consulta, nos subúrbios de Manaus (AM), 3 de maio de 2020

Bolsonaro deve nomear diretor-geral da PF hoje

Nesta segunda-feira (4), o presidente Jair Bolsonaro deve anunciar o novo diretor-geral da Polícia Federal. A nomeação anterior para o cargo, Alexandre Ramagem, atual diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), foi suspensa pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, por desvio de finalidade. Neste domingo (3), Bolsonaro participou de mais uma manifestação contra a democracia, celebrada de forma inconstitucional, em Brasília.

© REUTERS / Ueslei Marcelino Manifestantes bolsonaristas participam de protesto contra as medidas de isolamento social, em Brasília, 3 de maio de 2020
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Manifestantes bolsonaristas participam de protesto contra as medidas de isolamento social, em Brasília, 3 de maio de 2020

Trump diz que 100.000 norte-americanos podem morrer de COVID-19

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse acreditar que até 100 mil norte-americanos podem morrer de COVID-19, após as estimativas do número de mortes feitas pelo presidente anteriormente serem superadas. Apesar disso, Trump não considera viável a manutenção de uma quarentena rígida no país: "Não podemos ficar fechados". O presidente disse que a vacina contra a COVID-19 pode ficar pronta até o fim do ano. No entanto, o especialista da Casa Branca Anthony Fauci declarou que uma vacina pode demorar até 18 meses.

© REUTERS / Joshua RobertsPresidente dos EUA Donald Trump, falando no Memorial Lincoln, estima a morte de 100 mil norte-americanos, Washington, 3 de maio de 2020
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Presidente dos EUA Donald Trump, falando no Memorial Lincoln, estima a morte de 100 mil norte-americanos, Washington, 3 de maio de 2020

Maduro retoma exercícios militares após incursão militar fracassada

O presidente Nicolás Maduro ordenou a retomada de exercícios militares no país, após uma incursão militar estrangeira ter sido frustrada pelas Forças Armadas da Venezuela, informou o Ministério da Defesa de Caracas. Uma nova fase da operação "Escudo Bolivariano" será lançada, após militantes colombianos tentarem invadir o país neste domingo (3). Oito militantes morreram e dois foram capturados pelas Forças Armadas da Venezuela. Entre eles, estaria um agente norte-americano do Departamento de Controle de Narcóticos (DEA, na sigla em inglês). Leia mais sobre a incursão

© REUTERS / Manaure Quintero Membros de grupo de operações especiais da Venezuela observam costa marítima do país, após incursão militar estrangeira, em Macuto, 3 de maio de 2020
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Membros de grupo de operações especiais da Venezuela observam costa marítima do país, após incursão militar estrangeira, em Macuto, 3 de maio de 2020

Irã diz que tentativa dos EUA de estender embargo de armas é 'ilegítima'

Nesta segunda-feira (4), o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã qualificou as tentativas dos EUA de prorrogar o embargo de armas imposto pelo Conselho de Segurança da ONU contra Teerã como "ilegítimas" e negou que o Irã tenha intenção de sair do acordo nuclear. Os EUA estudam invocar um dispositivo do acordo nuclear para justificar a extensão do embargo contra Teerã, mesmo após terem abandonado o acordo em 2018. Os EUA têm tido dificuldades em angariar apoio dos membros do Conselho de Segurança da ONU para prorrogar o embargo de armas contra Teerã, que expira em outubro.

© AFP 2022 / STRIranianos comparecem à cerimônia religiosa durante o mês do Ramadã, em Teerã, 4 de maio de 2020
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Iranianos comparecem à cerimônia religiosa durante o mês do Ramadã, em Teerã, 4 de maio de 2020

Talibã confirma autoria de ataque contra centro militar no Afeganistão

Nesta segunda-feira (4), o Talibã confirmou a autoria do ataque a centro militar na província afegã de Helmand perpetrado no domingo. "Dezenas de membros das forças inimigas foram mortos e feridos em consequência dos ataques", disse o porta-voz do grupo, Qari Yusuf Ahmedi. O ataque ao centro, que abriga pelo menos 150 membros das Forças Armadas do Afeganistão e de agências de inteligência, foi confirmado pelo Ministério da Defesa em Cabul. A retomada da violência no Afeganistão coloca em riso a implementação do acordo de paz assinado entre o Talibã e os EUA, em fevereiro deste ano.

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