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Bolsonaro defende flexibilização do isolamento e alerta para efeitos econômicos da pandemia (VÍDEO)

© REUTERS / Adriano MachadoPresidente do Brasil, Jair Bolsonaro, durante reunião com apoiadores, na saída do Palácio da Alvorada, em Brasília, 13 de abril de 2020
Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, durante reunião com apoiadores, na saída do Palácio da Alvorada, em Brasília, 13 de abril de 2020 - Sputnik Brasil
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O presidente Jair Bolsonaro disse neste sábado (18) que falta orçamento para repor as perdas de arrecadação de estados e municípios, provocadas pela pandemia do coronavírus.

Jair Bolsonaro realizou uma transmissão pelas redes sociais da rampa do Palácio do Planalto e alertou para as consequências econômicas da pandemia de COVID-19.

"Não sabemos a quanto vai chegar a conta do ICMS e ISS. Estamos calculando muito a cima de R$ 100 bilhões. Não tem espaço para isso no Orçamento. Não é que se vire o chefe do Executivo. Se aqui nós quebrarmos, quebra o Brasil. Os estados estão muito mal das pernas", disse o chefe de Estado.

O presidente defendeu o uso de máscaras, luvas, álcool em gel e campanhas educativas, mas ressaltou que as consequências econômicas da pandemia serão graves.

Bolsonaro também declarou que as autoridades estaduais e municipais estão fazendo o que "bem entendem", sem levar em conta a possibilidade do desemprego e a queda na arrecadação. Para ele, o isolamento total não é o caminho adequado. No que depender dele, o isolamento da população será flexibilizado.

"Essas pessoas que estão sendo demitidas não pagam conta de luz, compram o essencial na praça. Estamos em uma situação complicada. Será que o pessoal não enxerga isso? Vai continuar me atacando, ofendendo, me chamando de tudo, até me acusando de genocídio. Não dá para entender que o que vai matar as pessoas para valer vai ser as consequências do desemprego? Acordem para isso", disse o político.

Após a transmissão, Bolsonaro desceu a rampa do Palácio do Planalto e conversou com apoiadores na Praça dos Três Poderes.

Neste sábado, manifestantes fizeram carreatas em algumas cidades do país pedindo a reabertura do comércio.

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