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China: EUA 'minam' esforços mundiais contra COVID-19 com corte de dinheiro para OMS

© AFP 2021 / FABRICE COFFRINILogotipo da Organização Mundial de Saúde (OMS) em Geneva
Logotipo da Organização Mundial de Saúde (OMS) em Geneva - Sputnik Brasil
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A China criticou o presidente dos EUA, Donald Trump, por cortar fundos para a Organização Mundial da Saúde (OMS), alertando que isso teria sérias implicações na resposta global à COVID-19.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Zhao Lijian, disse nesta quarta-feira (15) que a batalha contra o novo coronavírus está agora "em um momento crítico", relatou a agência AFP. A decisão dos EUA de retirar o financiamento da OMS "minará a cooperação internacional contra a epidemia", o que deixa a China "seriamente preocupada".

Zhao acrescentou que a China está exortando "os Estados Unidos a cumprirem sinceramente suas responsabilidades e obrigações e apoiarem a ação internacional liderada pela OMS contra a epidemia", porque a OMS está desempenhando um "papel insubstituível".

As críticas vêm após a decisão de Trump de suspender o financiamento da OMS. De acordo com um tweet do presidente, a organização "realmente estragou tudo" ao responder ao surto de coronavírus. No mesmo tweet, ele também acusou o órgão de ser "muito centrado na China" em suas ações.

© REUTERS . Aly SongPessoas aguardam abertura de portas do vagão do metrô de Wuhan
China: EUA 'minam' esforços mundiais contra COVID-19 com corte de dinheiro para OMS - Sputnik Brasil
Pessoas aguardam abertura de portas do vagão do metrô de Wuhan

Historicamente, os EUA têm sido de longe o maior doador da organização - contribuindo com quase US$ 400 milhões para o orçamento anual de US$ 6 bilhões da OMS. Atualmente, os EUA também têm, de longe, o maior número de casos confirmados de coronavírus - 601.472 até agora e 24.429 mortes relacionadas à COVID-19.

A OMS instou os países a não "politizar" a crise, enquanto outros atores internacionais também se apresentaram para criticar a decisão de Trump de cortar o financiamento dos EUA. A Associação Médica Americana considerou essa medida um "passo perigoso na direção errada", enquanto o chefe de política externa da União Europeia (UE), Josepp Borell, disse que a Europa "lamenta profundamente" o anúncio de Trump.

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