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Vila chinesa tem fazendas de cobras jogadas 'às traças' em meio a restrições pandêmicas (FOTO)

© REUTERS / Aly SongCobras mortas preservadas em potes em fazenda de serpentes na vila de Zisiqiao, província de Zhejiang, China (foto de arquivo)
Cobras mortas preservadas em potes em fazenda de serpentes na vila de Zisiqiao, província de Zhejiang, China (foto de arquivo) - Sputnik Brasil
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Moradores da pequena vila chinesa de criação de cobras, chamada Zisiqiao, tiveram que se conformar com a proibição do comércio de animais silvestres desde que a China deu início aos esforços para conter a pandemia da COVID-19.

Centro da indústria de cobras da China, o vilarejo tem baseado seu sustento há quase quatro décadas na criação desses répteis e havia empregado centenas de pessoas para criar três milhões de serpentes por ano.

Com o avanço da COVID-19 e as suposições de que a SARS-CoV-2 tenha se originado em animais silvestres (como morcegos, cobras e pangolins), à venda no mercado de frutos do mar em Wuhan, os cativeiros que abrigavam os répteis agora estão vazios e abandonados.

"Na aldeia agora, definitivamente não há ninguém criando cobras. Deve ser por causa da epidemia. Zhong Nanshan [o melhor conselheiro médico da China] já tinha falado que isso está relacionado a morcegos e cobras", disse Yang Heyong, uma ex-criadora, de 71 anos de idade.

Zisiqiao é repleta de pequenas fazendas industriais e seu museu da "cultura da cobra" é uma atração turística. As serpentes também fazem parte da economia informal da vila, com famílias mantendo-as em quintais para vender a restaurantes ou comerciantes de remédios tradicionais, segundo Japan Times News.

© REUTERS / Xihao Jiang / StringerFazenda de cobras vazia após proibição do comércio e consumo de animais silvestres em meio à pandemia, na vila de Zisiqiao, província de Zhejiang, China, 7 de abril de 2020
Vila chinesa tem fazendas de cobras jogadas 'às traças' em meio a restrições pandêmicas (FOTO) - Sputnik Brasil
Fazenda de cobras vazia após proibição do comércio e consumo de animais silvestres em meio à pandemia, na vila de Zisiqiao, província de Zhejiang, China, 7 de abril de 2020

Em 23 de janeiro, a China emitiu uma proibição temporária ao comércio e consumo de animais selvagens e prometeu emendar a legislação de proteção animal e prevenção de epidemias para tornar essa proibição permanente.

Alguns moradores esperam que as restrições sejam relaxadas quando a crise terminar, mas as autoridades governamentais insistem que as proibições são permanentes, e mesmo que novas licenças sejam emitidas no final deste ano, os critérios serão muito mais rigorosos.

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