Coronavírus ameaça deixar 25 milhões de trabalhadores da aviação desempregados

© REUTERS / Roosevelt CassioComissária de bordo usando máscara protetora no Aeroporto Internacional de Guarulhos, no estado de São Paulo, 1º de abril de 2020
Comissária de bordo usando máscara protetora no Aeroporto Internacional de Guarulhos, no estado de São Paulo, 1º de abril de 2020 - Sputnik Brasil
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As restrições de viagens aéreas em função do coronavírus podem deixar 25 milhões de funcionários do setor desempregados, afirmou a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).

Segundo a organização, 11,2 milhões de funcionários correm o risco de perder o emprego na região Ásia-Pacífico, 5,6 milhões de empregos estão ameaçados na Europa e 2,9 milhões na América Latina.

Na América do Norte e África, medidas severas podem deixar 2 milhões de pessoas desempregadas em cada região, e 900 mil pessoas correm o risco de perder o emprego no Oriente Médio.

"No caso de restrições severas de viagens nos últimos três meses, de acordo com os cálculos da IATA, 25 milhões de empregos na aviação e setores relacionados estão em risco em todo o mundo", informou a organização.

A IATA observou que o sustento de cerca de 65,5 milhões de pessoas depende de setores como aviação e turismo.

Além da perda de empregos, está sendo projetada uma queda de US$ 252 bilhões (R$ 1,3 bi) em receita gerada pela aviação civil em 2020 no mundo todo.

A associação instou os governos a fornecer ajuda financeira às companhias aéreas, conceder empréstimos e ajudar a cumprir compromissos corporativos, bem como reduzir impostos.

"As companhias aéreas devem ser negócios viáveis ​​para que possam gerenciar a recuperação quando a pandemia estiver contida. No momento, o situação das companhias aéreas é crítica", afirmou o CEO da IATA, Alexandre de Juniac.
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