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Bolsonaro ameniza tom em pronunciamento e é alvo de mais panelaço (VÍDEOS)

© REUTERS / Adriano MachadoO ministro da Economia do Brasil, Paulo Guedes (à esquerda) e o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro (à direita), usam máscaras cirúrgicas durante coletiva de imprensa do governo sobre as medidas para combater a crise causada pelo novo coronavírus no país.
O ministro da Economia do Brasil, Paulo Guedes (à esquerda) e o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro (à direita), usam máscaras cirúrgicas durante coletiva de imprensa do governo sobre as medidas para combater a crise causada pelo novo coronavírus no país. - Sputnik Brasil
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O presidente Jair Bolsonaro fez novo pronunciamento em rede de televisão e rádio nesta terça-feira (31) para tratar da crise criada pelo novo coronavírus.

O posicionamento contrastou com a fala de Bolsonaro em pronunciamento anterior em cadeia nacional. Na semana passada, o presidente classificou a pandemia como uma "gripezinha", criticou a imprensa e as medidas de distanciamento social defendidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). 

Já nesta terça-feira, o presidente classificou a COVID-19 como o "maior desafio da nossa geração" e falou sobre a compra de leitos e testes. Bolsonaro também citou longamente o presidente da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Ghebreyesus, que falou sobre a dificuldade de equilibrar as medidas de distanciamento social com os seus impactos na economia e no emprego. Nesse cenário, destacou o líder da OMS, o governo deve agir para garantir a proteção dos mais vulneráveis. 

"As medidas protetivas devem ser implementadas de forma racional", disse Bolsonaro. "O vírus é uma realidade, ainda não existe tratamento contra ele ou remédio com eficácia comprovada."

A mensagem presidencial foi recebida por panelaços em diversas capitais. Nas redes sociais, usuários registraram as manifestações:

No Brasil, são 5.717 infecções e 201 mortes causadas pelo coronavírus.

De acordo com dados da Universidade Johns Hopkins, a pandemia de COVID-19 já infectou mais 855 mil pessoas e causou 42.032 mortes. O país em que o coronavírus foi mais letal até o momento é a Itália, onde 12.428 pessoas vieram a óbito.

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