Corte de Londres se recusa a liberar Assange em meio à pandemia do coronavírus

© REUTERS / Henry NichollsApoiadora de Julian Assange, afixa uma placa na cerca da Corte de Woolwich em Londres, Reino Unido
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Considerando a propagação da COVID-19 e a preocupação quanto ao estado de saúde de Julian Assange, seus advogados pediram sua liberdade sob fiança.

O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, não foi liberado sob fiança nesta quarta-feira (25) pela Justiça britânica após seus advogados solicitarem sua libertação em razão da pandemia do coronavírus.

Segundo uma das juízas do caso, Assange deve continuar na prisão de Belmarsh em Londres.

Anteriormente, sua defesa manifestou inquietude por seu estado de saúde e anunciou que apresentaria a solicitação ao tribunal de Westminster. Os advogados consideram que o australiano está particularmente vulnerável à COVID-19 na prisão.

Seu estado de saúde se deteriora

Refugiado desde 2012 na Embaixada do Equador em Londres, o fundador do WikiLeaks foi preso pela polícia britânica em abril de 2019.

Uma carta aberta foi assinada em novembro por 60 médicos para manifestar preocupação quanto ao agravamento do quadro de saúde de Assange. Preso, o fundador do WikiLeaks arrisca ser extraditado aos Estados Unidos, onde pode ser condenado a 175 anos de prisão.

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