Coreia do Norte testou novos mísseis que 'mudarão radicalmente' sua defesa

© Foto / KCNA VIA KNSLançamento de míssil da Coreia do Norte (imagem referencial)
Lançamento de míssil da Coreia do Norte (imagem referencial) - Sputnik Brasil
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Mídia estatal norte-coreana informou que o líder do país, Kim Jong-un, esteve presente durante o último teste de mísseis balísticos, que "trarão mudanças radicais" à sua estratégia defensiva.

O teste, realizado na noite da última sexta-feira (20) no horário de Brasília, foi registrado por militares da Coreia do Sul quando dois projéteis foram detectados voando sobre a península coreana.

Por sua vez, a agência norte-coreana KCNA informou que o lançamento contou com a presença do líder do país, Kim Jong-un.

"O objetivo do disparo demonstrativo foi confirmar mais uma vez as características táticas e o poder da nova arma, entregue para comissionamento às tropas do Exército Popular da Coreia, assim como mostrá-la em primeira mão ao comando", reportou a mídia.

Ainda de acordo com o informe, o teste "mostrou claramente as características dos mísseis guiados, incluindo as trajetórias determinadas de formas diferentes, os ângulos de queda, a precisão do ataque ao alvo e o poder da ogiva".

© Foto / KCNA VIA KNSKim Jong-un junto com militares e autoridades de seu país observando teste com mísseis em agosto de 2019
Coreia do Norte testou novos mísseis que 'mudarão radicalmente' sua defesa - Sputnik Brasil
Kim Jong-un junto com militares e autoridades de seu país observando teste com mísseis em agosto de 2019

Durante a ação, os projéteis atingiram ilhas marcadas como alvos.

Aprimorando seu poder

O novo sistema de mísseis teria como objetivo "mudar radicalmente" a estratégia defensiva do país e tornar a Coreia do Norte mais capaz de responder a qualquer agressão.

"Devemos fortalecer nosso poder de fogo para ter a possibilidade de destruir qualquer inimigo além do nosso território, caso ele ouse tomar atitudes de guerra contra nosso país", citou as palavras de Kim Jong-un a agência.

Por sua parte, as autoridades militares sul-coreanas condenaram a atividade por ter sido conduzida em meio à propagação da COVID-19.

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