Julgamento de Netanyahu por corrupção é adiado por causa do coronavírus

© REUTERS / Gali TibbonPrimeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, durante discurso sobre a propagação do coronavírus, em Jerusalém, em 14 de março de 2020
Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, durante discurso sobre a propagação do coronavírus, em Jerusalém, em 14 de março de 2020 - Sputnik Brasil
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O julgamento do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, foi adiado por dois meses por causa do coronavírus, informou o Ministério da Justiça do país.

Neste domingo (15), o Ministério das Justiça de Israel informou que o julgamento de Benjamin Netanyahu, que deveria ter início em 17 de março, foi adiado para 24 de maio "em função da propagação do coronavírus".

O primeiro-ministro israelense é acusado de recebimento de propina em três ocasiões diferentes, além de suborno, quebra de confiança e fraude.

Netanyahu, que está implementando medidas duras contra a propagação da epidemia, nega as acusações.

Além de sua batalha judicial, o premiê, que também lidera o partido de direita Likud, luta pela sua permanência no cargo, após as eleições do dia 2 de março não apontarem um claro vencedor. As eleições gerais foram as terceiras em menos de um ano, mas seus resultados foram inconclusivos.

© REUTERS / Amir CohenIsraelense na escada rolante de um shopping, nas cidade de Ashkelon, pouco depois de o governo anunciar o fechamento de centros comerciais, em 15 de março de 2020
Julgamento de Netanyahu por corrupção é adiado por causa do coronavírus - Sputnik Brasil
Israelense na escada rolante de um shopping, nas cidade de Ashkelon, pouco depois de o governo anunciar o fechamento de centros comerciais, em 15 de março de 2020

Netanyahu é acusado de receber US$ 264 mil (mais de R$ 1 milhão) em presentes, incluindo charutos e champanhe, e de garantir facilidades regulatórias em troca de cobertura midiática favorável.

Se for considerado culpado das acusações de suborno, o primeiro-ministro de 70 anos pode ser condenado a até 10 anos de prisão. As penas por fraude e quebra de confiança poderiam acrescentar até mais três anos à pena.

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