EUA voltam atrás e retiram tarifas de máscaras e equipamentos médicos produzidos da China

© AP Photo / Arek RatajHomem usa máscara para se proteger do coronavírus, em Wuhan, na China, em 30 de janeiro de 2020
Homem usa máscara para se proteger do coronavírus, em Wuhan, na China, em 30 de janeiro de 2020 - Sputnik Brasil
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O Escritório do Representante Comercial dos EUA isentou produtos médicos importados da China do pagamento de tarifas aduaneiras. Tarifas haviam sido impostas a esses produtos no auge da chamada "guerra comercial" entre os dois países.

Dentre os produtos isentos estão máscaras, lenços humedecidos, luvas cirúrgicas e demais equipamentos médicos necessários no combate ao coronavírus.

O processo de solicitação de isenção de tarifas sobre produtos chineses pode ser bastante vagaroso, mas neste caso os trâmites parecem ter sido acelerados, reportou a Reuters.

A companhia norte-americana Apple, por exemplo, solicitou isenção para a importação de produtos de sua linha de fones de ouvido e caixas de som em outubro e ainda não obteve resposta.

A empresa do ramo de saúde Medline International Inc., por sua vez, já garantiu a isenção de taxas em mais de 30 produtos como jalecos, máscaras de proteção facial e copos medicinais.

Os pedidos desta empresa foram realizados em janeiro deste ano e a autorização para importação sem tarifas aduaneiras foi recebida já nesta quinta-feira (5).

Produtos do setor de saúde haviam sido submetidos a taxas de importação adicionais pela administração Trump em setembro de 2019, no auge da chamada "guerra comercial" entre os dois países.

© AP Photo / Andy Wong, FilePresidente americano Donald Trump (à direita) e o presidente chinês Xi Jinping (à esquerda) durante encontro (foto de arquivo)
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Presidente americano Donald Trump (à direita) e o presidente chinês Xi Jinping (à esquerda) durante encontro (foto de arquivo)

A tarifa imposta para produtos médicos importados da China era inicialmente de 15%, mas foi posteriormente reduzida para 7,5% como parte da "fase 1" do acordo comercial firmado por Pequim e Washington.

O acordo, concluído em fevereiro de 2020, mantém cerca de US$ 370 bilhões (cerca de R$ 1,7 trilhão) em tarifas de importação de produtos chineses.

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