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Há 518 milhões de anos, criatura marinha perdeu patas 'desnecessárias' (FOTO)

© AP Photo / NOAA/Bernardo Vargas-AngelMergulhador nas águas do oceano Pacífico olhando para corais (imagem referencial)
Mergulhador nas águas do oceano Pacífico olhando para corais (imagem referencial) - Sputnik Brasil
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Espécie de lobopódio é o primeiro exemplo de reversão evolucionária. Pesquisadores analisaram por que o animal descartou seus membros por um formato mais simples.

Faciveris era uma espécie semelhante a uma minhoca com um longo corpo fino e patas em sua parte superior. Os resultados dos estudos sobre a perda dos membros foram disponibilizados no portal Current Biology.

Sua parte inferior não possuía membros, o animal se encaixava em buracos que o "ancoravam" ao solo marinho, revela a publicação Newsweek.

© Foto / Franz AnthonyCriatura marinha Facivermis
Há 518 milhões de anos, criatura marinha perdeu patas 'desnecessárias' (FOTO) - Sputnik Brasil
Criatura marinha Facivermis

A espécie habitou o planeta há aproximadamente 518 milhões de anos, durante o período Cambriano, quando filtrava partículas de comida na água.

Desde há 30 anos, quando foi descoberta, que a criatura atrai a atenção dos cientistas, que sugerem tratar-se de um "elo perdido", preenchendo a lacuna entre diferentes espécies de minhocas. Graças a fósseis coletados na província de Yunnan, no sul da China, agora cientistas sabem onde colocar esta criatura bizarra na árvore evolucionária.

Facivermis demonstra ser um dos primeiros exemplos de "perda secundária", fenômeno evolucionário em que espécies perdem características adquiridas, de forma semelhante às cobras modernas. Um estudo recentemente publicado na Science Advances descreve a espécie como uma cobra com membros pélvicos, que habitou a Terra há 70 milhões de anos.

Esta forma de evolução é o oposto do que geralmente imaginamos. Na maioria dos casos, os organismos evoluem para estruturas mais complexas – não para mais simples.

"Ocasionalmente, vemos o oposto ocorrendo", revela em um comunicado Xiaoya Ma, um dos autores da investigação. "O que nos atraiu a atenção neste estudo é que, apesar do estado inicial da evolução do animal, modificações decorrentes da perda secundária – e neste caso, voltando a perder algumas de suas patas – já haviam ocorrido".

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