Trump pede que Senado dos EUA não limite seus poderes para guerra contra o Irã

© REUTERS / Leah MillisPresidente dos EUA, Donald Trump, durante seu discurso do estado da União, proferido na Câmara baixa do Congresso dos EUA, em 4 de fevereiro de 2020
Presidente dos EUA, Donald Trump, durante seu discurso do estado da União, proferido na Câmara baixa do Congresso dos EUA, em 4 de fevereiro de 2020 - Sputnik Brasil
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O presidente dos EUA, Donald Trump, alertou nesta quarta-feira o Senado contra a adoção de uma resolução que reduziria sua capacidade de iniciar uma guerra contra o Irã, dizendo que isso enviaria "um sinal muito ruim" e permitiria que Teerã aja com impunidade.

"É muito importante para a segurança do nosso país que o Senado dos Estados Unidos não vote pela Resolução das Potências de Guerra no Irã. Estamos indo muito bem com o Irã e não é hora de mostrar fraqueza. Americanos apoiam majoritariamente nosso ataque ao terrorista Soleimani", escreveu Trump no Twitter.

Os democratas disseram no mês passado que tinham votos no Senado, controlado pelos republicanos, para aprovar a medida que exigiria que o presidente buscasse uma autorização do Congresso para uma ação militar contra o Irã.

O temor do mundo diante da possibilidade de uma guerra entre os EUA e o Irã aconteceu há algumas semanas, quando um ataque aéreo norte-americano em solo iraquiano assassinou o general iraniano Qassem Soleimani, um dos homens mais poderosos da administração de Teerã.

Pompeo discute Irã com sauditas

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, e o ministro das Relações Exteriores da Arábia Saudita, Faisal bin Farhan Al Saud, discutiram a cooperação para combater as atividades do Irã no Oriente Médio durante uma reunião em Washington, disse a porta-voz do Departamento de Estado Morgan Ortagus em comunicado nesta quarta-feira.

"Pompeo e o ministro das Relações Exteriores Al Saud discutiram questões bilaterais e regionais de interesse mútuo, incluindo a necessidade contínua de combater o comportamento desestabilizador do regime iraniano", comentou Ortagus.

Pompeo e Farhan também levantaram o conflito no Iêmen, destacando o recente aumento da violência e os ataques transfronteiriços houthis à Arábia Saudita, prosseguiu Ortagus. Pompeo reafirmou o apoio dos EUA ao enviado especial da ONU para os esforços do Iêmen, Martin Griffiths, para facilitar uma solução política para o conflito.

Teerã refutou repetidamente as acusações de Washington como uma tentativa de criar um pretexto para invadir o Irã.

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