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Número de desalojados pelas chuvas no Espírito Santo passa de 3 mil

© Foto / Adriano Zucolotto / Governo-ESRenato Casagrande, governador do Espírito Santo, visitando regiões atingidas por fortes chuvas, no sul do estado
Renato Casagrande, governador do Espírito Santo, visitando regiões atingidas por fortes chuvas, no sul do estado - Sputnik Brasil
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O número de pessoas que, mesmo que temporariamente, precisaram deixar suas casas em função das chuvas que atingem o Espírito Santo superou a marca de 3 mil.

A Secretaria Estadual da Segurança Pública e Defesa Social (Sesp) já contabilizava 3.223 desalojados. Desabrigadas, outras 78 pessoas precisaram ser acomodadas em abrigos públicos improvisados em escolas ou igrejas, informou Agência Brasil.

A região sul capixaba é a mais afetada do estado. Em Castelo, cidade a cerca de 140 quilômetros da capital, Vitória, estradas ficaram bloqueadas pelo material carregado pela lama ou por deslizamentos de terra. Comunidades da zona rural chegaram a ficar isoladas, como a do Córrego do Ubá, onde vivem 15 famílias.

Em Vargem Alta, 58 pessoas continuam desabrigadas. Por não terem onde ficar, elas se dividiram em abrigos improvisados nas escolas Presidente Luebke, estadual, e Pedra Branca, municipal.

Segundo a Defesa Civil, 1.020 desalojados optaram por ir para a casa de amigos ou parentes até poderem voltar para suas moradias.

Em Alfredo Chaves, há 1.107 desalojados. Em Iconha, 989 pessoas estão na mesma situação. Anchieta, Rio Novo do Sul e São Roque do Canaã registram, respectivamente, 92, 11 e quatro desalojados.

As prefeituras de Alfredo Chaves, Iconha, Rio Novo do Sul e Vargem Alta declararam estado de calamidade pública, confirmado pelo Governo Federal. Assim os gestores municipais podem contratar serviços temporários e fazer compras consideradas essenciais para o enfrentamento da situação sem a obrigatoriedade de realizar processo licitatório.

O reconhecimento federal da situação de emergência também permite às prefeituras pedir recursos da União para ações de socorro, assistência às vítimas, restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução.

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