Trump ameaça atacar Irã 'ainda mais forte do que eles foram atacados antes'

© REUTERS / Tom BrennerPresidente dos EUA Donald Trump descendo do Marine One no Aeroporto Executivo de Miami, na Flórida, 3 de janeiro de 2020
Presidente dos EUA Donald Trump descendo do Marine One no Aeroporto Executivo de Miami, na Flórida, 3 de janeiro de 2020 - Sputnik Brasil
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Logo quando o corpo do recém-assassinado general Soleimani chegou ao Irã para despedida, o presidente Trump ameaçou Teerã com resposta dura caso o país persa atacar os EUA.

Na noite de domingo, o presidente dos EUA, Donald Trump, respondeu no seu Twitter ao senador Dan Crenshaw que comentou um artigo do Foreign Policy:

Para aqueles que dizem que "não há plano", que isso foi "imprudente":

Passo #1 de qualquer estratégia é deixar de permitir que regimes terroristas nos ataquem sem repercussão

Por que essa verdade básica da política externa é tão controversa?

Trump escreveu que o Irã vai enfrentar uma resposta dura se der algum passo ameaçador em direção aos EUA.

Se eles [iranianos] nos atacarem, nós batemos em resposta. Se eles atacarem de novo, o que eu lhes aconselharia vivamente que não façam, nós vamos atacá-los mais duramente do que eles já foram atacados antes!

Ele também ameaçou enviar mais equipamento bélico para a região:

Os Estados Unidos acabam de gastar dois trilhões de dólares em equipamento militar. Nós somos os maiores e de longe os MELHORES no mundo! Se o Irã atacar uma base americana, ou qualquer americano, nós vamos enviar algum desse maravilhoso equipamento completamente novo na sua direção... e sem hesitação!

As novas ameaças de Trump surgem umas horas após ele ter prometido atacar 52 locais no Irã, que "representam 52 reféns feitos pelo Irã há muitos anos", caso Teerã atacar algum americano ou ativos americanos.

As tensões entre dois países continuam se agravando desde o fim de dezembro, quando a Embaixada dos EUA no Iraque foi bloqueada por manifestantes. Trump acusou o Irã por este ataque e uns dias depois, em 3 de janeiro, os EUA realizaram um ataque aéreo contra o aeroporto internacional nos subúrbios de Bagdá em que mataram um major-general iraniano, o comandante da força Quds, Qassem Soliemani.

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