Hezbollah promete resposta coordenada ao assassinato de Soleimani

© AP Photo / Bilal HusseinApoiadoras do grupo Hezbollah no Líbano ouvem discurso do líder Sayyed Hassan Nasrallah, em Beirute, em maio de 2019 (foto de arquivo)
Apoiadoras do grupo Hezbollah no Líbano ouvem discurso do líder Sayyed Hassan Nasrallah, em Beirute, em maio de 2019 (foto de arquivo) - Sputnik Brasil
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Representante do Hezbollah anunciou que a resposta ao assassinato do major-general Qassem Soleiman será coordenada com os demais grupos "de resistência" apoiados pelo Irã, reportou o canal Al-Mayadeen.

O líder da bancada do Hezbollah no parlamento libanês, Mohamed Raad, declarou que o "eixo de resistência" apoiado pelo Irã no Oriente Médio irá responder de maneira decisiva ao assassinato do major-general Qassem Soleimani.

O representante libanês do grupo Hezbollah se referia aos grupos apoiados pelo Irã localizados em diversos países da região, desde o Iêmen ao Líbano. Esses grupos são essenciais para a influência militar iraniana na região.

Raad disse que os EUA "cometeram um erro" ao atacar Soleimani e que eles vão reconhecer isso nos próximos dias, reportou o canal árabe.

© AP Photo / Hussein MallaLíder da bancada do Hezbollah no parlamento libanês, Mohamed Raat, durante reunião do partido em Beirute, em julho de 2019 (foto de arquivo)
Hezbollah promete resposta coordenada ao assassinato de Soleimani - Sputnik Brasil
Líder da bancada do Hezbollah no parlamento libanês, Mohamed Raat, durante reunião do partido em Beirute, em julho de 2019 (foto de arquivo)

Nesta sexta-feira (3), um ataque aéreo norte-americano no aeroporto internacional de Badgá vitimou o alto comandante militar iraniano Qassem Soleimani.

O ataque teria sido ordenado pessoalmente pelo presidente dos EUA, Donald Trump, em retaliação pela invasão da Embaixada dos EUA em Bagdá, no dia 31 de dezembro.

O líder iraniano, aiatolá Ali Khamenei, qualificou os autores do ataque de "criminosos" e prometeu vingança.

O chanceler da Rússia, Sergei Lavrov, se referiu aos ataques como "violação grave do direito internacional".

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