'Não decidem nada': volta da Rússia ao G7 visa alienar a China, diz Lavrov

© Sputnik / TАSS/POOL / Abrir o banco de imagensO ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov (à esquerda) e o secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo (à direita) durante encontro nos EUA.
O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov (à esquerda) e o secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo (à direita) durante encontro nos EUA. - Sputnik Brasil
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O Grupo dos Sete (G7) não tem poder de decisão e o retorno da Rússia a ele é visto no Ocidente como uma maneira de enfrentar a China, disse o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov.

Lavrov foi recebido na Casa Branca na terça-feira (17) para conversar com o presidente dos EUA, Donald Trump, e com o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo.

Durante a conversa, o chanceler russo tratou do assunto do G7 com os líderes dos EUA que o receberam, e apontou a insuficiência do atual formato do grupo.

"Isso foi discutido durante as negociações em Washington. Compreensivelmente, não posso divulgar os detalhes. Quando surgiu a ideia de trazer a Rússia de volta ao G7 para trazer de volta o G8, a maioria dos analistas o associou a tentativas de afastar a Rússia da China. Esse formato não é representativo. Não decide nada por si só", disse Lavrov durante a transmissão pelo Canal 1 russo.

Os EUA sediarão a próxima cúpula do G7 entre os dias 10 e 12 de junho de 2020. O G7 atualmente inclui também Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão e Reino Unido, além da União Europeia.

O presidente Trump sugeriu, durante a cúpula do G7 deste ano na França, um convite ao presidente da Rússia, Vladimir Putin, para participar da próxima reunião. A Rússia foi expulsa do que costumava ser o G8 em 2014, após sua reunificação com a Crimeia.

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