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Ministério da Economia: lucro das estatais federais cresce 70%

© Folhapress / Pedro Ladeira/FolhapressO presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes, após reunião na sede do ministério, em Brasília no dia 6 de maio de 2019.
O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes, após reunião na sede do ministério, em Brasília no dia 6 de maio de 2019. - Sputnik Brasil
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As cinco maiores estatais federais com receitas próprias lucraram R$ 85,2 bilhões de janeiro a setembro deste ano.

Petrobras, Eletrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lucraram juntas R$ 85,2 bilhões, contra os R$ 50,2 bilhões de lucro no mesmo período de 2018.

A informação foi divulgada nesta sexta-feira pelo Ministério da Economia e citada, que publicou a 12ª edição do Boletim das Estatais Federais, citado pela Agência Brasil.

O lucro acumulado nos nove primeiros meses do ano supera o lucro total de R$ 71,9 bilhões dessas estatais em todo o ano passado. As cinco empresas concentram 96% dos ativos do governo federal em empresas públicas.

De acordo com o Ministério da Economia, a reestruturação das estatais, por meio de programas de demissão voluntária, redução de endividamento e corte de gastos, contribuiu para o aumento do lucro das empresas públicas.

Essas medidas, no entanto, afetaram os investimentos. O relatório informa que as cinco principais estatais federais investiram R$ 31,9 bilhões até setembro. Isso representa uma execução de 26,4% do orçamento aprovado para este ano de R$ 120,8 bilhões de investimentos das estatais. Nos nove primeiros meses de 2018, essas empresas tinham investido R$ 58,6 bilhões, o equivalente a 44,6% do valor aprovado.

Segundo o Ministério da Economia, a queda nos investimentos pode ser explicada como um retorno à normalidade.

O relatório aponta a redução do endividamento das estatais federais. Em setembro deste ano, a dívida das cinco principais empresas públicas estava em R$ 325 bilhões, contra R$ 544 bilhões no fim de 2015.

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