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Após suspensão, Eduardo Bolsonaro é destituído da direção do PSL em São Paulo

© Folhapress / Pedro LadeiraO deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) durante discussão com representantes do setor de telecomunicações sobre a tecnologia 5G, na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF)
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) durante discussão com representantes do setor de telecomunicações sobre a tecnologia 5G, na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF) - Sputnik Brasil
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O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) foi destituído pela direção nacional da legenda da presidência do partido em São Paulo, segundo publicado nesta quinta-feira (5) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 

A decisão chega após o parlamentar ser punido com uma suspensão de 12 meses da sigla. De acordo com o TSE, Eduardo não ocupa mais o posto desde terça-feira (3).

Ao todo, o diretório nacional do PSL suspendeu ou advertiu 18 parlamentares do partido nesta semana, todos eles aliados do presidente Jair Bolsonaro, que deixou a legenda para criar o Aliança pelo Brasil. 

Toda direção do PSL paulista nomeada por Eduardo foi destituída, incluindo o deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança, que era primeiro secretário da legenda e foi suspenso por três meses. 

Durante o período da suspensão, nenhum deles poderá exercer atividades partidárias. A tendência é que Eduardo também migre para outra sigla. 

Expulsão era mais vantajosa para bolsonaristas

A suspensão, no entanto, pode ser considerada uma derrota para os bolsonaristas. Caso fossem expulsos, poderiam buscar outro partido sem risco de perder o mandato. 

O filho do presidente estava no cargo desde julho de 2019. O nome do novo presidente regional ainda não foi anunciado. 

Em outubro, o senador Flávio Bolsonaro foi tirado da presidência do PSL do Rio de Janeiro. 

O PSL e Bolsonaro viveram meses de crise até o rompimento definitivo em novembro deste ano. O partido se dividiu em duas alas, os bolsonaristas e os aliados do presidente da sigla, o deputado Luciano Bivar (PE). 

Os parlamentares punidos são acusados de tentar afastar Bivar do comando do partido. Todos eles assinaram manifesto contra o presidente do PSL. 

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