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Exercícios militares únicos da Rússia, China e África do Sul assustam Ocidente, segundo analista

© Sputnik / Pavel Lvov / Abrir o banco de imagensCruzador de mísseis Marshal Ustinov atracado no cais da Frota do Norte russa em Severomorsk
Cruzador de mísseis Marshal Ustinov atracado no cais da Frota do Norte russa em Severomorsk - Sputnik Brasil
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Militares da Rússia, China e África do Sul iniciam exercícios militares conjuntos. Neste âmbito, os militares vão treinar a luta contra piratas e terroristas em águas africanas, o que neste formato acontece pela primeira vez.

A Rússia, China e África do Sul se juntaram para exercícios navais conjuntos que terão lugar na África do Sul. A analista do serviço russo da Rádio Sputnik Maria Balyabina comenta as manobras que serão realizadas pela primeira vez neste formato.

Os militares russos e chineses já tiveram oportunidades de se encontrar, se adaptar e aprender a trabalhar juntos. Mas é a primeira vez que os países expandem tanto a geografia de suas manobras, afirma Maria Balyabina.

Os três países fazem parte do BRICS, e é por isso que têm os mesmos objetivos e poderão sempre chegar a acordo, explica a analista. No entanto, essa união abrange várias partes do mundo, Europa, Ásia e África, o que dá vantagens adicionais.

"Cada país tem sua própria história de luta com desafios regionais e globais, e quando eles partilham experiência, se forma uma união de uma força incalculável", diz Maria Balyabina.

"Agora eles vão treinar a luta contra pirataria e terrorismo no mar e também a prestação de auxílio em conjunto a navios que necessitem ajuda", explica a analista russa.

Segundo ela, o Ocidente ficou preocupado nas vésperas dos exercícios na África do Sul. "O Ocidente não quer uma aliança entre a Rússia e a China [...] Agora são logo três os países que aprendem a lutar em conjunto. O fato que aprendem a lutar contra terroristas não acalma os observadores ocidentais", adiciona Maria Balyabina.

"Logo que foram revelados os planos para realização dos exercícios, surgiram comentários dizendo que isso seria uma divisão de áreas de influência", afirma a analista.

Maria Balyabina considera que agora o conceito mudou e o Ocidente está inventando novos "horrores" sobre a Rússia, desta vez ligadas à África.

"Agora a Rússia já não está em triste isolamento, mas, pelo contrário, está tão forte que é preciso ter medo disso. Entretanto, os que inventam essas histórias assustadoras entendem bem que Moscou não vai atacar ninguém, mas também não permitirá que a prejudiquem", explica a analista russa.

No domingo, o cruzador de mísseis russo Marshal Ustinov chegou à Cidade do Cabo para participar dos exercícios conjuntos dos três países.

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