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Colômbia deporta 59 venezuelanos por serem possíveis comprometedores da 'segurança nacional'

© REUTERS / Luisa GonzalesManifestantes protestam contra políticas do presidente Iván Duque na Colômbia
Manifestantes protestam contra políticas do presidente Iván Duque na Colômbia - Sputnik Brasil
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As autoridades colombianas expulsaram nesta segunda-feira (25) 59 cidadãos venezuelanos acusados de envolvimento nos protestos antigovernamentais que deixaram três mortos e dezenas de feridos.

"De acordo com relatórios entregues por outras autoridades, esses estrangeiros estariam realizando na Colômbia uma série de atividades que poderiam comprometer a ordem pública e a segurança nacional", afirmou a Migração da Colômbia em comunicado obtido pela agência de notícias AP.

O diretor geral de migração, Christian Kruger, afirmou: "Respeitamos a participação deles nas marchas. Estendemos as mãos para aqueles que, como o povo venezuelano, precisavam se expressar. Mas o que não vamos tolerar é que um grupo de desajustados afete a segurança de nossas cidades".

A polícia metropolitana de Bogotá ajudou na transferência de venezuelanos para o aeroporto militar, onde foram embarcados em um avião da Força Aérea da Colômbia que os transferiu para Puerto Inírida. De lá, um navio da Marinha colombiana os transportará para a cidade venezuelana de San Fernando de Atabapo para entregá-los às autoridades daquele país.

Protestos na Colômbia

Na quarta-feira, foi realizada uma greve nacional contra as medidas econômicas do presidente Iván Duque. O ato foi organizado principalmente por sindicatos e apoiado por estudantes e professores. Mais de 250 mil pessoas marcharam pacificamente em diferentes partes do país, mas durante a noite houve tumultos em Bogotá e Cali e a morte de três pessoas foi relatada no departamento de Valle del Cauca, no sudoeste do país.

Desde então, os atos continuam, especialmente em Bogotá. Durante os protestos, os colombianos também expressaram frustração pelos assassinatos de mais de 100 líderes sociais nas áreas rurais desde o início do governo de Duque e alguns exigiram melhorias na implementação do acordo de paz assinado em 2016 com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC).

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