Bebês geneticamente modificados: um dos grandes dilemas da ciência no século XXI

© AP Photo / Mark SchiefelbeinEdição de genes na China
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Acredita-se que, dentro de dois anos, poderá ficar disponível uma nova tecnologia que liberará as gerações futuras de muitas das doenças graves que conhecemos hoje, revela uma análise publicada pelo jornal Bioethics. No entanto, os riscos e questionamentos éticos destes experimentos suscitam grandes debates.

Está previsto que, daqui a dois anos, poderá ser possível eliminar graves doenças em bebês geneticamente modificados, revela um novo estudo científico.

O bioeticista Kevin Smith, da Universidade de Abertay Dundee, na Escócia, cuja pesquisa foi publicada pela Bioethics, estima que a manipulação de genes quase não representa riscos e, portanto, poderá ser utilizada em embriões humanos.

Risco do 'design de bebês'

Porém, esta prática continua polêmica devido ao receio de que os genes dos bebês possam ser modificados por outras razões que não as terapêuticas. Por este motivo, muitos cientistas temem que esta prática seja empregada para alterar a aparência e outras características humanas, abrindo as portas para o que será um dos grandes dilemas do nosso século.

Primeiros bebês geneticamente modificados

Há um atrás, um cientista chinês, He Jiankui, fez um experimento, graças ao qual, segundo ele, nasceram dois bebês de um embrião modificado para torna-los resistentes ao HIV, provocando a indignação da comunidade cientifica internacional.

A sociedade moderna é majoritariamente contrária à modificação genética de humanos, segundo Kevin Smith. No entanto, a possibilidade de curar doenças que até agora não têm cura pode levar a humanidade a apoiar estas técnicas.

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