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Morales: Mesa, Camacho e Áñez temem que eu volte para pacificar Bolívia

© REUTERS / Marco BelloAutoproclamada presidente interina da Bolívia, Jeanine Áñez, durante cerimônia de posse de novo comandante da polícia boliviana
Autoproclamada presidente interina da Bolívia, Jeanine Áñez, durante cerimônia de posse de novo comandante da polícia boliviana - Sputnik Brasil
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O ex-presidente da Bolívia, Evo Morales, através do Twitter, manifestou nesta segunda-feira (18) que os organizadores do "golpe de Estado" estão tentando culpá-lo por algo que são responsáveis: as 24 mortes nos protestos na Bolívia.

No tweet, Morales citou os nomes de Carlos Mesa, ex-presidente da Bolívia, Luis Fernando Camacho, político boliviano tido como um dos principais impulsionadores dos protestos, e Jeanine Áñez, senadora que se declarou presidente interina da Bolívia.

Carlos de Mesa, cúmplice do golpe com Camacho, tenta nos culpar pelas 24 mortes causadas por sua "presidenta" autoproclamada em cinco dias. Foi ele quem iniciou a convulsão ao instigar mobilizações que incendiaram casas e tribunais eleitorais depois de perder a eleição

Evo Morales não se calou e retrucou a publicação de um novo vídeo de Carlos Mesa, onde o ex-candidato à Presidência trata de responsabilizar Evo Morales pela violência que vive a Bolívia ultimamente. Além disso, Mesa sugere que o ex-líder da Bolívia "deixou vago o cargo no momento que aceitou o asilo político", no México, motivo pelo qual, de acordo com o político, "não é necessária uma reunião da Assembleia para considerar a renúncia [de Morales]".

O coautor do golpe que atentou contra nossa vida, mente e diz que deixei vaga a Presidência. O asilo político não é incompatível com o exercício do cargo. Mesa, Camacho e Áñez têm medo que eu volte para pacificar o país porque querem castigar o povo

Repressão na Bolívia

Neste domingo (17), Morales denunciou também que as "24 mortes em cinco dias" são "delitos de lesa humanidade que não devem passar impunes". Neste contexto, Evo Morales exigiu "ao governo interino de Áñez, Mesa e Camacho que identifique os autores intelectuais e materiais" destas mortes.

Em 15 de novembro, o ex-presidente pediu que as Forças Armadas e Polícia da Bolívia "parem o massacre" no país andino, após serem registradas cinco mortes durante a repressão de um protesto contra o governo interino.

Pedimos que as Forças Armadas e Polícia Boliviana parem o massacre. O uniforme das instituições da Pátria não pode ser manchado com o sangue do nosso povo

Evo Morales renunciou ao cargo em 10 de novembro por exigência das Forças Armadas da Bolívia, que enfrenta uma onda de grandes protestos e violência desde as contestadas eleições de 20 de outubro, vencidas por Morales, que já estava há 13 anos no poder.

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