Em meio a impasse político, 2 ministros do governo de Evo Morales renunciam ao cargo

© REUTERS / Ueslei MarcelinoManifestação em La Paz após eleições gerais na Bolívia (arquivo)
Manifestação em La Paz após eleições gerais na Bolívia (arquivo) - Sputnik Brasil
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Os Ministros de Mineração e Hidrocarbonetos do Governo da Bolívia renunciaram ao cargo em meio à crise política que assola o país após as eleições de 20 de outubro.

O ministro boliviano de hidrocarbonetos, Luis Alberto Sánchez, publicou a carta de demissão por meio de sua conta no Twitter.

"Hoje, mais do que nunca, precisamos que o país volte ao normal. Publico minha renúncia irrevogável ao cargo", escreveu.

Em uma decisão pessoal e breve, o ministro de Minas, César Navarro, confirmou sua renúncia ao cargo que ocupava e deixou o gabinete ministerial.

No último dia 10 de novembro, várias autoridades do Movimento ao Socialismo renunciaram a suas posições.

Hoje, mais do que nunca, precisamos que o país retorne ao caminho da paz social e unidade. Pensando no bem nacional e no respeito à vida, faço pública minha renúncia irrevogável ao cargo de Ministro de Hidrocarbonetos

As renúncias mais recentes foram do governador de Cochabamba, Ivan Canelas, e de outros candidatos a deputados e senadores do partido político Movimento ao Socialismo.

A ministra do Esporte, Tito Montaño, e a vice-ministra das Relações Exteriores, Carmen Almendras, também renunciaram.

Essa onda de demissões ocorre depois que a OEA deu um resultado preliminar e pediu novas eleições porque foi possível verificar a manipulação dos resultados.

No sábado (10), o presidente Evo Morales convocou novas eleições e disse que há uma tentativa de golpe no país.

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