Polícia Militar da Rússia começa retirada de curdos da fronteira sírio-turca

© Sputnik / Mikhail Alaeddin / Abrir o banco de imagensVeículos blindados da Polícia Militar russa perto de Kobane, na fronteira sírio-turca (foto de arquivo)
Veículos blindados da Polícia Militar russa perto de Kobane, na fronteira sírio-turca (foto de arquivo) - Sputnik Brasil
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A Polícia Militar da Rússia está apoiando a retirada das unidades de autodefesa curdas e suas armas para uma distância de 30 quilômetros da fronteira sírio-turca, segundo declaração do major-general Sergei Romanenko.

Conforme os acordos alcançados e o memorando de entendimento entre a Rússia e a Turquia de 22 de outubro, as unidades da Polícia Militar russa e do serviço fronteiriço sírio foram introduzidas a partir de 23 de outubro no lado sírio da fronteira sírio-turca, fora da área de operação Fonte de Paz, afirmou o major-general russo, que também é chefe do Centro Russo para a Reconciliação na Síria.

"Eles devem facilitar a retirada das unidades de autodefesa curdas e suas armas a 30 quilômetros da fronteira sírio-turca até às 18h horas do dia 29 de outubro deste ano. Depois disso, começarão as patrulhas conjuntas russo-turcas a uma profundidade de até 10 quilômetros da fronteira a oeste e leste da área de operação Fonte de Paz, exceto na cidade de Al-Qamishli", disse o major-general russo.

Romanenko acrescentou que todas as unidades de autodefesa curdas e suas armas também deverão ser retiradas de Manbij e Tell Rifaat.

"A aplicação destas medidas ajudará a estabilizar a situação ao longo da fronteira sírio-turca", comunicou.

No domingo (27), o Ministério da Defesa da Rússia entregou à base de Hmeymim, na Síria, dezenas de veículos blindados Tigr e Taifun-U para a Polícia Militar russa. Além disso, 300 policiais militares chegaram ao local para ajudar na retirada dos agrupamentos curdos da fronteira com a Turquia.

Remoção de combatentes

A operação militar Fonte de Paz no norte da Síria foi anunciada pelo presidente turco Recep Tayyip Erdogan no dia 9 de outubro, com vista a limpar a região dos combatentes curdos e de militantes do Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia e em vários outros países).

Damasco qualificou a operação como agressão, tendo a comunidade internacional condenado as ações de Ancara.

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