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Trump diz que trabalhará com Congresso para impedir tiroteios em massa

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O presidente Donald Trump expressou seu compromisso neste domingo (1), horas após o último tiroteio em massa, em trabalhar com um Congresso dividido para "parar a ameaça de ataques em massa".

Ele disse que qualquer medida precisa satisfazer os objetivos concorrentes de proteger a segurança pública e o direito constitucional à posse de armas.

Trump falou logo após o número de mortos no tumulto de sábado no oeste do Texas ter subido para sete, enquanto as autoridades trabalham para entender por que um homem detido por uma infração de trânsito abriu fogo contra as tropas estaduais e fugiu. Ele atirou em mais de 20 pessoas antes de ser morto pela polícia.

O presidente disse que seria "maravilhoso dizer" que ele trabalharia para "eliminar" os tiroteios em massa, mas reconheceu que isso é improvável.

"Queremos reduzir substancialmente o crime violento", disse Trump na sede da Agência Federal de Gerenciamento de Emergências, onde falava sobre o furacão Dorian.

O compromisso de Trump com o controle de armas está em dúvida desde que 17 estudantes e adultos foram mortos em um tiroteio em uma escola secundária de Parkland, Flórida, no Dia dos Namorados em 2018. Trump defendeu verificações mais fortes de antecedentes para venda de armas após o tiroteio, mas rapidamente recuou sob pressão da National Rifle Association, que apoiou fortemente sua campanha eleitoral. 

Mais recentemente, ele repetiu várias vezes a necessidade de verificações mais fortes de antecedentes para compras de armas após os tiroteios consecutivos em El Paso, Texas, e Dayton, Ohio, que mataram mais de 30 pessoas cerca de um mês atrás.

Neste domingo, Trump mencionou a necessidade de "medidas fortes para manter as armas fora do alcance de indivíduos perigosos e perturbados", além de mudanças no sistema de saúde mental que ele descreveu como "quebrado". Ele também pediu que os criminosos com armas "sejam colocados atrás das grades e afastados das ruas".

"A segurança pública é nossa prioridade número um, sempre querendo proteger nossa Segunda Emenda. Tão importante", disse ele, referindo-se à emenda constitucional que estabeleceu o direito de manter e portar armas.

Trump afirmou que está falando com parlamentares de ambos os partidos políticos e "as pessoas querem fazer alguma coisa". Ele disse que o governo está "olhando muitas coisas diferentes" e espera ter um pacote pronto quando o Congresso voltar na próxima semana.

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